Mostrar mensagens com a etiqueta violência. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta violência. Mostrar todas as mensagens

segunda-feira, 23 de novembro de 2009

Olha o chapéu a 5, é só 5, é prá chuva...

Caros leitores, pode parecer mentira, mas não, eu estou realmente a escrever outra vez.
Não vou gastar sequer tempo a desculpar a minha ausência, até porque não tenho nenhuma.
Passando agora á parte em que eu tento escrever algo de interessante e que supostamente vos entreterá.

Que posso eu dizer?

JÁ SEI!

No outro dia, enquanto passeava com um colega que certamente pensava em acabar a noite a sodomizar-me no meio da rua, desejo o qual não concedi só por razões de estar uma noite fresca.

Passando…

Estávamos a passear e deparamo-nos com algo muito raro e bastante interessante. Tivemos a oportunidade de visualizar uma várzea vazia, com um nevoeiro baixinho, café fechado e casas de banhos com a luz acesa e bastante convidativas a um autentico cenário de filme de terror.

Obviamente que isso nos deixou bastante expectantes de cenas de grande conteúdo violento, com os nossos corpos a serem vitimas de um homicida qualquer munido de uma motosserra ferrugenta, embebida em álcool, com arame farpado e em chamas. Esperamos, depois de esperar, procuramos, depois de procuramos, desesperamos e chateamo-nos por não haver homicida que nos entretece. Até que nos deparamos com a seguinte cena, um Jason a partilhar um croissant com o… nem imaginam, com o Hitler. Estavam em roupa interior no meio do parque, partilhavam um croissant e iam trocando linguados e toques muito sensuais.

Moral da história: Não perguntes ao senhor que vende castanhas o preço das mesmas quando já sabes o preço e apenas quer dizer que o preço é injusto, pois o senhor vai dar-te uma tareia que te irá por no hospital por 8 semanas e terás sonhos em coma em que aparecem figuras famosas em situações de índole sexual muito estranhas.

domingo, 3 de maio de 2009

O padrinho baixinho e com part-time a fazer de personagem em jogos da Nintendo.


Atenção, este post não deve ser visionado por pessoas sensíveis ou facilmente irritáveis, não só pelo seu conteúdo impróprio mas da maneira pobre de como é usada, há também que ter cuidado devido ao medíocre escritor que faz esta porcaria toda.

Olá olá, tomei consciência, á coisa de 10 minutos, de que tenho perdidos pelo meu computador posts que poderiam ter visto a luz do dia mas não tiveram essa sorte, e vocês a sorte de eles não saírem, como me veio esta ideia á cabeça? Ora andava por aqui a ver CD’s que eu gravei ao longo dos tempos de coisas que eu nessas alturas receava que se viessem a perder, e adivinhem, perderam-se, mas agora encontrei-as, Maravilha!

E pronto tenho passado os meus últimos 30 minutos a confrontar-me com gostos e realidades de outras alturas da minha vida, provavelmente pensam que isso me faz trazer saudades, muito enganados estão vocês, faz-me é pensar “Porra Homem Bolo não mudas-te nada!”.

Dei até de caras com as musicas que costumava ouvir, aí a desgraça, ainda por cima acho que ainda gosto daquilo.

Passando a algo mais decente para dizer. Descobri no outro dia uma coisa assim a virar para o chocante, descobri porque é que todos os canalizadores que não usam bigode não passam da esperança da vida dos 23 anos. È tão simples e assustador que até me dá arrepios só de pensar em revelar, ups, espera ai, afinal era o comando que estava no assento, pronto, já estou mais confortável. A razão é que existe uma máfia de canalizadores, sim, pode parecer impossível, mas é verdade, eles até tem que usar bigode e só podem usar se pertencerem á máfia do “Super Mário e Luigi inc.”, e é mesmo isso que estão a pensar, é o Mário e o Luigi dos jogos da Nintendo, quando se é canalizador sem “descontar” para esta sociedade ou não se usa bigode enquanto exerce a profissão, pumba, menos um canalizador. Como descobri a realidade?

No outro dia estava a passear na rua quando pouco a minha frente ia um senhor com jardineiras vestidas um chapéu de sol, só estranhei o chapéu pois estava a chover, e com uma caixa de ferramentas na mão, por momentos pensei que fosse o homem dos gelados, mas não era mesmo um canalizador. Entretanto, uma carrinha com florzinhas e ar muito querido, para que ninguém pensasse alguma vez que aquela carrinha seria para raptos, pára perto do senhor, abre-se a “porta de correr” e lá de dentro vê-se um vulto que simplesmente diz: “It’s me, Mario!” e puxa o senhor para dentro com muita violência, entretanto, o senhor Mário olha para mim apercebe-se que vi tudo e puxa-me ainda com mais violência, fecha a porta e a carrinha arranca.

Estávamos agora na carrinha e começo a reconhecer melhor, o senhor que nos puxou era baixo, uns 73 centímetros, tinha um bigode grande, umas jardineiras de ganga, uma camisola vermelha e chapéu a condizer, vi logo que era o Mário o meu herói do jogo da minha infância, mas agora parecia muito menos idolatrável e bem mais violento também, ele começa lá de falar italiano para o outro senhor enquanto anda de um lado para o outro, entretanto, pega numa arma bem grande aponta a cabeça do homem, ouve-se um estrondo e metade da cabeça do homem desaparece eu começo a gritar que nem uma histérica e o Mário vira-se para mim e faz-me o mesmo, caio morto para o lado naquela carrinha pintada de vermelho por dentro, mais tarde param o carro ao lado de um contentor e lá me deixam, sem antes, claro, terem abusado dos nossos corpos frios dentro do carro (um pouco nojento desculpem lá, mas a imagem passou-me pela cabeça e comecei a rir), depois mais tarde houve quem desse por aquela porcaria (os corpos) toda ao pé dos contentores e claro lá veio uma ambulância buscar os corpos ao lixo, levou-os para a morgue e passados 2 dias aqui estou eu a escrever.

È bom estar aqui com vocês.

P.S: A imagem é da minha bela Nintendo64 gastei muito tempo da minha vida naquilo, pus para basicamente terem uma imagem para ver.

sexta-feira, 14 de novembro de 2008

Livros quase de graça incentivam menino a ridicularizar situação de assassinato, croissants são cúmplices, arguidos serão presentes em tribunal...


Olá caríssimos leitores, já lá vai algum desde que escrevi pela última vez, mas aqui estou eu com ideias geniais, não são geniais, mas nada me impede de dizer que são.

Hoje decidi ir comprar uns livrinhos porque há uma feirinha do livrinho de sotãozinho lá na escolinha e sendo por isso os livrinhos baratinhos, ok se calhar vou mas é parar com isto, resumindo, de manhã passei por lá e vi um livro que até me interessou, á tarde, coisa de 1 hora atrás, passei por lá atrás e por coisa de 30 segundos perdi a menina que acabou por comprar o livro que eu queria, sem ressentimentos, é na boa, por isso acabei por gastar uns 10 minutos a ver que livro, neste caso livros, levaria, como podem ver pela imagem, foram aqueles.

Escolhi o da esquerda pela capa e pela sua antiguidade, o outro foi pelo título, e também um pouco pela simples razão de ele quase se desfazer em cofetis a cada vez que se vira uma página.
Agora que já acabei de ler o primeiro capitulo vou-vos fazer uma síntese com uns arranjos a minha maneira, eu queria era ler um pouco de um e depois um pouco do outro e juntar tudo numa mistela, por exemplo como a senhora Mé uma vez escreveu num post, mas não tive paciência para ler um pouco do outro, por isso aqui vai:

Um grupo de 5 amigos, 2 mulheres e 3 homens, juntam-se para ir fazer uma festa a casa de um deles, comerem croissants, consumirem drogas pesadas e acabarem a noite numa orgia, chegam lá a casa do amigo, janta-se (croissants, obvio), bebe-se (croissants também, não perguntem como), horinha de consumir, consomem todos mas há um que leva mais tempo e ainda fica a faze-lo, nisto um ladrão que andava já de volta da casa entra pela janela adentro vestido de um fato-macaco com um design muito “primavera-verão” e com um chapéu-de-chuva em riste, o que estava a faze-la é o único que pode resistir, os outros já estão noutra, é uma presa fácil, ele dá um gritinho:

O que estava a faze-la: AAAAAAAAAAHHHHHHHHH (gritinho efeminizado)

O outro saca de uma espada de dentro do chapéu e espeta-a no olho do gajo até a ponta sair pelo outro lado da cabeça, estando os outros drogados o senhor ladrão tem o tempo todo para roubar o que quiser. No fim um dos gajos drogados tem uma face de terror, devido á droga, e com a boca aberta, o ladrão aproveita a situação para tirar uma gargalhada, mete as nádegas perto da cara do homem e solta um flato, nisto diz:

O porcalhão: Toma, bateu-te nos dentes.

E ainda lhe mete uma maçã na boca como se este fosse um leitão e vai-se embora depois de dar uma olhadela por baixo da saia de uma delas.

Fim do primeiro capítulo.

P.S: Eu era para falar de outra coisa, mas apetecia-me caracterizar um pouco um policial, sim, os livros que comprei são policiais, são os primeiros policiais que vou ler.

Já para já, o livro do qual li o primeiro capítulo é o da esquerda, o que tem a capa mais gira.

domingo, 5 de outubro de 2008

A única coisa que me veio á cabeça para escrever tinha mesmo de ter origem enquanto comia.

Quero começar por me desculpar pelo facto de este post não ser acompanhado por uma imagem, no mínimo, agradável, seja como for, decidi importunar-vos.
Lembrei-me de uma pequena observação. No outro dia enquanto jantava, o televisor mais próximo estava sintonizado no canal “SportTv”, consequentemente, mesmo não ligando nada a “football”, era relativamente impossível deixar de tomar uma certa atenção, e naquilo que observei, que foi pouco, deu para me deixar uma bonita imagem, no pouco que vi, deu para observar 3 sujeitos a serem encaminhados para fora do campo em macas, ou seja, em 90 minutos foram pelo menos 3, é que eu só vi um pouco do jogo, acredito que se aquilo leva-se mais uns minutos, até a plateia começava a ser aviada.
Entre todas as impressões que tinha do “football”, tais como, todos os fanáticos desse desporto eram por natureza machistas e eram mestres nas modalidades de beber todo o tipo de substancias com álcool, incluindo perfumes e produtos de limpeza, a coçar o escroto e em violência doméstica. Agora consegui arrecadar mais um, que é um jogo que se pode assimilar bastante com as urgências (tendo em conta o numero de pessoas que se vê passar em macas), a sua violência é incrível, não que eu não soube-se que a violência era algo muito ligado ao “football”, mas não estava á espera que fosse mesmo dentro do jogo, claro que houve aquilo lá do Scolari e tantos outros motins dentro do campo, mas pessoal a sair em macas ás massas, isso é por e simplesmente algo que desencoraja qualquer um a olhar direito para uma bola de “football”, defenitivamente o ultimo lugar onde eu levaria um croissant seria mesmo para um estádio de “football”.
Bem, já não tenho grande coisa a dizer, se calhar vou andando, vou ver se começo a arrecadar imagens decentes para o blog, vá fiquem bem e votem, comentem e voltem…