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quinta-feira, 30 de julho de 2009

EU SABIAAAAAAAA!!!!!!

17,3 Milhões de euros. Sim, foram 17,3 milhões de euros as despesas de todas as entidades que eu contratei para me dizerem quem era afinal a Senhora Dona Mé, tudo dinheiro em vão, nem CIA, nem interpool, nem NASA, nem sequer o senhor Zé da SOTOPAL apresentaram resultados, mas hoje acabei por saber quando um dos meus heterónimos, durante uma das suas sagas, descobriu quem era então a Senhora, sim, porque quem a Senhora Dona Mé viu foi nada menos que o meu mais reles heterónimo, nem pensar que alguma vez o senhor homem bolo (ortónimo, eu) andaria na rua com uma barba por fazer á 2 semanas, uma t-shirt toda “russa” com 3 anos, chinelos, uns calções de banho e habilidades discursivas de um mendigo toxicodependente, não, nem pensar, eu (homem bolo a sério) anda vestido com seda da CHANNEL, óculos da D&G e a conduzir carrões da Lamborguini que consomem tanta gasolina por 100Km como uma família de 6 pessoas gasta água num mês. Que fique assente!

Ora, hoje eu (heterónimo) pela primeira vez iniciei uma saga que conclui no próprio dia, sim, não é maravilhoso? Que saga era perguntam vocês.

Vocês – Qual era a saga senhor homem bolo? (em coro, obviamente)

(As saudades que eu tinha de fazer isto) Pois bem meus amigos, andei á procura de umas meias bem pequeninas que servissem de bolsa para um telemóvel de um amigo, e sim, meias a sério, porque não quero cá nada dessas bolsas com aparência de meia que se compram ás unidades para os telemóveis, isso é coisa reles. Já para já, como ia com um amigo, pude finalmente usar uma frase linda, essa frase é... preparem-se para emoldurarem tais palavras... “Queres comprar umas meias a meias?” FAM FARAM FAM FAM FAAAAMMMM...

Não são maravilhosas!? São não são!? Fantástico...

Passando, andamos então á procura de meias por todo o lado, isto a uma hora em que as lojas começam a fechar, pelo caminho tivemos oportunidade de falar de como iríamos artilhar as nossas meiazinhas, eu posso desde já revelar as minha ideias, ou ponho um botão para abrir e fechar, ou coso uma fita para o mesmo fim, ou um fecho, ou em vez de um botão, pôr 2, entre tantas outras, mas fica já aqui a imagem das meias, eram 3, mas uma dei, eu depois mostro o que fizer com elas.



P.S: Vejam só, é que as habilidades discursivas desse heterónimo não são de um mendigo ou de um toxicodependente, é de um mendigo toxicodependente, o que é de uma falta de nível mesmo abusiva, acho que vou ter de matar também este.

quarta-feira, 15 de julho de 2009

É preciso paciência para conseguir continuar a vira este blog. Obrigado...

Olá, vou começar por avisar que este post vai ficar perigosamente pequeno, é algo que me deixa bastante desconfortável pois estou habituado a escrever muito, tipo não me sinto bem a mostrar partes pequenas deixam-me humilhado, fico a pensar “será que vão gozar por ser tão pequeno? Será a dos outros maior? Se calhar a minha não é tão pequena em relação aos outros…” e por ai fora, mas pronto tenho que me aceitar como sou.

Que tenho eu de interessante para vos dizer? Nada. Obviamente que já estavam à espera desta resposta. Posso é dizer-vos que ultimamente (ultimamente como quem diz à mês e tal) não tenho escrito por uma repentina perda de vontade e por não ter conseguido digitalizar uma imagem que eu queria, sim meus amigos, porque eu já era para ter publicado a continuação da história, o post já estava feito, depois gastei dois dias a fazer uma ilustração “ranhosa” das personagens e depois não consegui digitalizar, o que me deixou cheio de fome e passei as ultimas 3 décadas a consumir quantidades perigosas de chocolate, ah ah ah ah, estavam à espera que eu disse-se que tinha ficado desmotivado, mas não, disse uma coisa estúpida qualquer, nem pensar que eu revelarei sentimentos da minha pessoa, melhor, eu não tenho sentimentos, muahahaha, como é que pensam que eu sou até capaz de comer cenouras a sangue frio sem pensar nas suas famílias.

Pronto vou ficar por aqui, não gozem com o tamanho do meu…

domingo, 24 de maio de 2009

Maus não tão velhos tempos...

Ora meus amigos, primeiro, não, não é desta que sai o terceiro capitulo, aquilo já está feito á muito tempo e já esta a começar a ganhar bolor mas vou fazer-vos esperar mais, não só para suspense mas porque na minha opinião aquilo não está nada de jeito, e também ainda não me dei ao trabalho de desenhar uma ilustração para esse capitulo, por isso aqui vai o post que era para ter sido posto no blog uns 3 dias depois da passagem de ano, sim aquela altura de ouro em que eu não escrevia no blog, este era para ter sido o post que cortava o silêncio, mas nunca o publiquei, ora pareceu-me agora uma boa oportunidade, vá deliciem-se. Não alterei nada ao post, está exactamente como era para ter saido, por isso não achem estranho estar fora de contexto ou não. Vou só fazer um P.S antes do fim, acontece que de certeza as duas partes deste post têm muitos erros, isso deve-se ao facto de ambas as partes terem sido feitas no sistema operativo UBUNTO e eu não tenho corrector em português, ou seja, descalabro gramatical.


(não me lembro que titulo teria este post, mas imaginem algo estupido como titulo)



Pois é, desculpem lá o facto de já não escrever á algum muito tempo, nem sei o que se passou pela minha cabeça, realmente estava tudo bem, até ter visto o meu heterónimo a revelar certas e determinadas circunstâncias do nosso acordo/relação Besta-Escravo, estava tudo bem até ele decidir “lavar” a nossa “roupa suja” na “praça”, diga-se de passagem que me enfureci e agora é menos um heterónimo que eu tenho. Vá, vamos todos acender uma vela por ele e fechar bem a boca em relação ao assunto, senão vão vocês a seguir.

Vá, vamos lá ver se o ortónimo (eu) escreve tão bem/mal como o pobre do nosso falecido, espero que ele esteja a dançar com croissants no céu, ele merece, quer dizer, merece depois daquilo que lhe fiz, mas tenho de admitir, sou um coração “mole”, doeu-me velo sofrer, a mais tendo em conta que ele resistia, foi triste velo a sufocar lentamente com pedaços de avelã de um croissant que eu lhe ia enfiando lentamente na garganta ao mesmo tempo que me ria e ia passando uma musica totalmente fora de contexto, o que tornava a imagem ainda mais digna de um filme de terror ou então de uma publicidade a uma depiladora feminina, relação!? Não faço a minima.

Seja como for, Senhora Dona Mé, acho que a resposta ficou esclarecida lá em cima... Engana-se, ainda há mais (viste isto, eu proprio fiz a afirmação e depois contextei-a com se tivesses sido tu a dizer e eu a mostrar ar superior e acrescentar algo), muito mais devo mesmo dizer, sendo eu o ortónimo, que ainda por cima não tinha o mesmo género de escrita que o nosso defunto, tive de obviamente treinar para poder escrever como ele, para quando fosse escrever, toda a gente pensasse que ele ainda está vivo mas a fingir que é outra pessoa a dizer que o matou e com um discurso tão ridiculo e sorreal que deixa todos a pensar que pode ser só ele, mas que lá no funfo no fundo, deviam eram todos dirigir-se a Paris deproposito para comer 3 croissants e beber um chocolate quente e ver se por magia ganhavam juizo, incluindo o defunto, o ortónimo e toda a gente.

Para treinar a escrita do homem bolo (eu/defunto) tive de gastar as férias, dias de aulas e tempo de casa de banho precioso, para não contar com os séculos gastos nas outras dimensões, ora o treino consistiu:

3 semanas de masturbação compulsiva, para compreender a solidão e tristeza dele.

6 anos sem tomar banho.

4 noites de sono no meio do pinhal, sem roupa e com uma tira de torresmos a volta da perna, esta não sei porquê.

Exprimentar 53 receitas diferentes no mesmo dia.

Voltar a ver o filme do pateta, que é certamente fonte de caracteristicas da sua personalidade, agora quais não sei.

Abusar sexualmente um pikachu de peluche.

E por fim escrever neste blog, até já começo a sentir a vida do homem bolo.


HOMOSSEXUAAAAL...(em tom de musica)


Poucas pessoas irão perceber a reação de abocado, mas eu talvez um dia vos possa explicar, envolve a criação de um talk-show pela minha parte e eu ser agredido por imigrantes oriundos do sul e posteriormente por pessoal do PNR.


Vá votem, cometem e voltem...

P.S: Admitam, estavam com saudades... Refiro-me á deixa não a mim.....

domingo, 3 de maio de 2009

O padrinho baixinho e com part-time a fazer de personagem em jogos da Nintendo.


Atenção, este post não deve ser visionado por pessoas sensíveis ou facilmente irritáveis, não só pelo seu conteúdo impróprio mas da maneira pobre de como é usada, há também que ter cuidado devido ao medíocre escritor que faz esta porcaria toda.

Olá olá, tomei consciência, á coisa de 10 minutos, de que tenho perdidos pelo meu computador posts que poderiam ter visto a luz do dia mas não tiveram essa sorte, e vocês a sorte de eles não saírem, como me veio esta ideia á cabeça? Ora andava por aqui a ver CD’s que eu gravei ao longo dos tempos de coisas que eu nessas alturas receava que se viessem a perder, e adivinhem, perderam-se, mas agora encontrei-as, Maravilha!

E pronto tenho passado os meus últimos 30 minutos a confrontar-me com gostos e realidades de outras alturas da minha vida, provavelmente pensam que isso me faz trazer saudades, muito enganados estão vocês, faz-me é pensar “Porra Homem Bolo não mudas-te nada!”.

Dei até de caras com as musicas que costumava ouvir, aí a desgraça, ainda por cima acho que ainda gosto daquilo.

Passando a algo mais decente para dizer. Descobri no outro dia uma coisa assim a virar para o chocante, descobri porque é que todos os canalizadores que não usam bigode não passam da esperança da vida dos 23 anos. È tão simples e assustador que até me dá arrepios só de pensar em revelar, ups, espera ai, afinal era o comando que estava no assento, pronto, já estou mais confortável. A razão é que existe uma máfia de canalizadores, sim, pode parecer impossível, mas é verdade, eles até tem que usar bigode e só podem usar se pertencerem á máfia do “Super Mário e Luigi inc.”, e é mesmo isso que estão a pensar, é o Mário e o Luigi dos jogos da Nintendo, quando se é canalizador sem “descontar” para esta sociedade ou não se usa bigode enquanto exerce a profissão, pumba, menos um canalizador. Como descobri a realidade?

No outro dia estava a passear na rua quando pouco a minha frente ia um senhor com jardineiras vestidas um chapéu de sol, só estranhei o chapéu pois estava a chover, e com uma caixa de ferramentas na mão, por momentos pensei que fosse o homem dos gelados, mas não era mesmo um canalizador. Entretanto, uma carrinha com florzinhas e ar muito querido, para que ninguém pensasse alguma vez que aquela carrinha seria para raptos, pára perto do senhor, abre-se a “porta de correr” e lá de dentro vê-se um vulto que simplesmente diz: “It’s me, Mario!” e puxa o senhor para dentro com muita violência, entretanto, o senhor Mário olha para mim apercebe-se que vi tudo e puxa-me ainda com mais violência, fecha a porta e a carrinha arranca.

Estávamos agora na carrinha e começo a reconhecer melhor, o senhor que nos puxou era baixo, uns 73 centímetros, tinha um bigode grande, umas jardineiras de ganga, uma camisola vermelha e chapéu a condizer, vi logo que era o Mário o meu herói do jogo da minha infância, mas agora parecia muito menos idolatrável e bem mais violento também, ele começa lá de falar italiano para o outro senhor enquanto anda de um lado para o outro, entretanto, pega numa arma bem grande aponta a cabeça do homem, ouve-se um estrondo e metade da cabeça do homem desaparece eu começo a gritar que nem uma histérica e o Mário vira-se para mim e faz-me o mesmo, caio morto para o lado naquela carrinha pintada de vermelho por dentro, mais tarde param o carro ao lado de um contentor e lá me deixam, sem antes, claro, terem abusado dos nossos corpos frios dentro do carro (um pouco nojento desculpem lá, mas a imagem passou-me pela cabeça e comecei a rir), depois mais tarde houve quem desse por aquela porcaria (os corpos) toda ao pé dos contentores e claro lá veio uma ambulância buscar os corpos ao lixo, levou-os para a morgue e passados 2 dias aqui estou eu a escrever.

È bom estar aqui com vocês.

P.S: A imagem é da minha bela Nintendo64 gastei muito tempo da minha vida naquilo, pus para basicamente terem uma imagem para ver.

domingo, 26 de abril de 2009

A manteiga rica e cremosa, por acaso acho que não estava boa, pelo menos foi o que me disseram...


Olá devotos leitores. Sim eu sei o quanto vocês estavam a desesperar por mais um post, vê-se nos vossos olhos.

Pois bem, só mesmo para manter o segredo sobre o terceiro capitulo, para vos fazer deseja-lo cada vez mais ou simplesmente perderem o interesse de vez, vou fazer ainda mais um post sobre nada de jeito antes do terceiro capitulo, Viram? Eu disse que este post era sobre nada de jeito como se os outros não o fossem também, há há há (a risada ranhosa do costume, desculpem lá, é que eu acho que tem mesmo piada), sou um delírio.

Pois bem sobre que coisa fascinante vou eu fala? Nada mais, nada menos que um emaranhado de acontecimentos que se me sucederam no outro dia (ontem por acaso). Começo por revelar que descobri uma embalagem de manteiga maravilhosa, daquelas embalagens de 10g, e sim, linda de morrer, tinha 3 ou 4 vacas na imagem e dizia “ifo”, digam lá, quem desconfia de algo que diga “ifo”? Ninguém! “Ifo” é como uma palavra-chave que inspira confiança automática em qualquer pessoa. Infelizmente esqueci-me da embalagem no restaurante e não poderei assim felicitar-vos com uma imagem dela, mas como podem ver, esforcei-me para vos poder fazer rir das minha habilidades como artista, como já fizeram antes, e para talvez a reconhecerem, o que é bem pouco possível, mesmo que já tenham visto a manteiga muita e muita vez.

Outra coisa que também tenho de dizer é que adoro aqueles momentos constrangedores em que esta um grupo de pessoas está em silencio, tipo á espera do resto dos convidados, e de repente um sujeito qualquer tipo, deixa ver.... tipo... tipo... ora não sei, tipo eu. Vai e começa de expulsar meio sermão de coisas ridículas e estúpidas, mesmo ao meu género, e bastam-lhe apenas 46 segundo para se envergonhar diante pessoas que conhece e outras tantas que não, mas atenção! Não estou que tal tenha ocorrido, nunca, em tempo algum!

Vá divirtam-se com a imagem, gozem a vontade...


P.S: Se quiserem aprender mais sobre vacas podem ir primeiro aqui http://www.youtube.com/watch?v=44-eTs4qU54. Devo avisar que o senhor/a “alicemm” devia ter chamado á atenção para os direitos da “RTP” sobre o vídeo e podem também vir aqui http://pt.wikipedia.org/wiki/Vaca

sexta-feira, 24 de abril de 2009

Porque me apaixonei...


Meus amigos eu estava já com o terceiro capitulo feito e o seu respectivo post, quando uma enorme cadeia de acontecimentos me fez bater com a cara nesta relíquia do passado, em vez de postar um post de metro e meio onde estaria um desenho feito por mim e letras suficientes para vos fazer pegar na primeira coisa que encontrassem á mão e me desfazerem em pancada, mas pronto a diversão fica para a próxima.

Entretanto aqui vai uma das mais famosas musicas de sempre, devo até chamar atenção para 2 coisas, primeiro as vossas mães se não os vossos pais também poderão entrar num ataque de histerismo ao ouvir esta musica, e vêm logo a correr tomar posse do vosso pc de forma a consumir da forma mais directa a musica, segundo podem sofrer um afrontamento ao descobrirem quem a canta, principalmente neste clip, devo dizer que acho um clip adorável, e o vocalista, ó meus amigos...

Seja como for, a fim de evitar acusações de plagio, esta musica pertence á maravilhosa banda “KC & The Sunshine Band”, a musica é “Please Don’t Go” do Álbum “Do You Wanna Party”, aquilo ali em cima é um link para o famoso “You Tube” e ladrão é lá o senhor Mikoozzy não sou eu.

Vá divirtam-se com a musica, porque eu até me diverti imenso. Deu-me até ideias para uma coreografia para um projecto que tenho um mente, assim polémico, eu um dia destes vou ver se vou com o projecto avante.

Este clip inspirou-me também ao ponto de me fazer acreditar que nenhuma carreia é demasiado ridícula para seguir, e nem me refiro ao vocalista. Repararam que a banda tinha um elemento que basicamente só tocava pandeireta? Já imaginaram? Tocar pandeireta numa banda em tour pelo mundo, sexo louco e desprotegido, vida de luxo sustentada pela venda de discos em vinil, drogas á grande e a francesa e a meio da noite fazer um alta solo de pandeireta em frente de uma grande publico. Oh yeah!!!

Ok tenho de admitir, por mais que eu goze com a banda e toda a gente que a constitui, porra esta musica bateu tudo o que podia bater na sua altura, meus amigos foi isto que os nossos pais ouviam enquanto estavam na parte de trás do carro nos anos 80, claro que a imagem me dá arrepio á espinha, mas a musica estava lá, e eu tenho de admitir que tenho a minha afeição á musica.


Keep on rocking KC & The Sunshine Band you are the best, Oh yeah!!!!


P.S: O titulo refere-se á musica, claro, não vamos confundir as coisas, eu estou a morrer de amor pela musica, entende-se até porquê, não viram aqueles machões todos de peito ao relento? Pois deviam...

quinta-feira, 23 de abril de 2009

Finalmente cumpri...

Olá olá, então aqui vai a deliciosa continuação da história, não fiquem espantados pela grande mudança de cenário, o que acontece é que isto vai dar a um lado, tal e qual como as grandes histórias acabam por ligar diferentes acontecimentos, a diferença é que isto não é uma grande história, seja como for, qualquer parecença que ambas as personagens apresentadas nesta cena tenham comigo, não é coincidência, quer dizer é, isso mesmo, é.


Mais longe, nos arredores de Massamá, um sujeito acaba de descobrir a verdadeira resposta para a pergunta “Será um croissant com chocolate um bolo?”, resposta que encontrou por acaso enquanto vasculhava velhos links de sites pornográficos, em grande êxtase o sujeito rapidamente se apressa para a rua para gritar ao mundo a resposta, infelizmente, o rapaz não toma atenção ao caminho e torna-se um alvo fácil para um burro que circulava a grandes velocidades, rondar os 56 Km/H, vejam só que até pôs vermelho um daqueles semáforos que detectam a velocidade.

Como consegui o burro ir tão depressa? Porque o burro ia de patins, porquê? Muito simples, porque o burro era precisamente do gajo que acabou de ser atropelado, este por sua vez não tem juízo nenhum, e obviamente foi deixar o burro andar de patins, claro que qualquer pessoa sabe que isso não é seguro, mas ele foi e deu os patins ao burro na mesma.

A culpa de o burro ser como é não é só do dono (que nem é dono), há que ter em consideração que este é um burro muito problemático, a única razão, provavelmente, pela qual estes dois se dão bem, é porque mais ninguém se daria bem com nenhum deles, não admira que ambos sejam como unha e carne.

Mas voltando ao burro, o burro não é santo nenhum, primeiro porque não é irracional, ao contrário de muita gente que anda por ai, sim, é um burro consciente das suas acções, e fala vejam só, eu sei, eu sei, parece impossível, nem eu acredito, mas é a verdade.

O burro, que deve-se ficar já a saber que dá pelo nome Xavier, é como é porque, primeiro teve uma infância muito complicada, viu os pais morrerem numa favela no Brasil, ai, por sorte tinha uma tia que vivia em Massamá e que não se importou de tomar conta dele e de lhe pagar o bilhete para Portugal, o mesmo não acontece com outros burros, que acabam por cair na vida da prostituição e das drogas e morrem muito cedo na vida desgraçada da favela.

Veio para Portugal, mas o seu percurso escolar fez com que este rapidamente entra-se em contacto com as drogas, depois disto foi só um passo até fugir da casa da tia, passou quase um mês a viver nas ruas de Lisboa, tempo de que não se orgulha nem um pouco (coisas que fez, vá-se lá saber o quê), voltou mais tarde para casa da tia, magro, mal cheiroso, sujo, um autêntico trapo, fez as pazes com a tia e até hoje muito pouco mais se passou para além das longas tardes que gasta a masturbar-se no canto escondido do estábulo ou então a falar com o sujeito que quase se dá por dono dele, além de ser quase o contrário.

Este sujeito, ao contrário do Xavier, nada há para dizer sobre ele, nasceu em Massamá, nu e sem mulher que o ama-se e morrerá nu e sem mulher que alguma vez o tenha amado, história da vida.

Entretanto voltemos ao ponto da história, o gajo está deitado e o Xavier ri-se, além de ter o pequeno receio de ter morto o gajo, é um riso de conjunto de nervosismo e de bem-estar, esperando só que ninguém tenha visto, caso o Xavier tenha que deixar o corpo ali e ir-se embora para não acabar com nenhuma mancha no cadastro, basta já a detenção por exibicionismo no Odivelasshopping.

Entretanto o gajo levanta-se e para pouco espanto nosso, não se lembra de quem é nem porque aqui está. Xavier solta um suspiro de alivio e começa de dar á sola, pois assim tem a certeza que o fulano nunca mais o chateará, não se lembra de nada, certamente não se lembrará do caminho para o estábulo, assim Xavier tem a certeza que ninguém interromperá a sua sessão de masturbação, a tia está fora, na cabeleireira, e o bacano deve certamente estar agora a tentar descobrir quem é, quando der vontade de estar com um amigo, Xavier então ira ter com o gajo.

Continua...


Não perca o proximo capitulo porque eu não perderei de certeza, alias até tenho que o escrever e tudo, devo até admitir que grande parte do próximo capitulo já está escrito, eu é que não queria tornar o post demasiado grande, nem parece meu não é?

segunda-feira, 20 de abril de 2009

Ok, prometi, mas fica para a próxima...

Olá, antes de cumprir a minha promessa, sim aquela de eu continuar a história dos amigos que se drogam e foram roubados, irei aproveitar para arranjar um tema qualquer que desculpe eu adiar a história. Sinto-me tentado a escrever sobre algo mais, por outras palavras escrever sobre outra coisa.

Já repararam que a pessoal a quem a homossexualidade faz mesmo confusão, mas porquê? Só imagino que possa vir a ser por ciúme, sim, ciúme! Porquê!? Então não é obvio? Por exemplo, todos sabemos que qualquer “panilas” sem grande esforço é capaz de iniciar um musical improvisado no meio da rua, sim, com sujeitos em fato-de-macaco e “motards” a cantar “Take a chanse on me” dos ABBA, é obvio que isto dá ciúme a qualquer um, a mim por exemplo, sempre sonhei em ser capaz de desencadear um musical no meio da rua, ai quem me dera...

E não é só!!! Por exemplo, também são muito bons com decoração, culinária e bricolage, sim eles todos suados em jardineira, hum... morenos e musculosos, ui... HOMEM BOLO!!! Tira já essa imagem da cabeça!!! Ai, ai!!!

Pronto já passou, já comentei o benfica e já me pus a mandar piropos pela janela a meninas colegiais, pronto, pelo menos já me inoculei para a homossexualidade para pelo menos 2 dias, sim, porque todos sabemos que a homossexualidade é uma doença (estou obviamente a gozar com aqueles homofóbicos retardados que teimam a dizer que sou doente, quer dizer, que dizem que a homossexualidade é uma doença, sim, era isso que eu queria dizer), e é daquelas doenças que se pegam e depois só se tratam com anos de tremoços, football, coçar o escroto e bater na mulher.

Vou acabar o meu post com uma mensagem a esses/as senhores/as homofóbicos/as:

Metam-se na P*** das vossas vidas!!!

terça-feira, 14 de abril de 2009

Ups... Estava a dormir...

Olá olá, questionar a minha prolongada ausência seria uma pergunta interessante, talvez até com uma resposta interessante também, mas duvido, por isso decidi simplesmente dizer que vou passar a escrever de forma mais fútil, não fosse a anterior forma fútil o suficiente, porque digo isto?

Primeiro, porque assim quando disserem: “homem bolo, escreves mesmo mal.” Eu digo: “mas é isso mesmo que quero. Ah ah ah ah (o riso do costume)”.

Assim decidi passar a escrever sobre coisa nenhuma, mas tentando reforçar no ridículo e no degradante, pois não sei porquê, talvez pela grande falta de bom senso da minha pessoa, só me diverte o irracional, degradante e estupidamente repetitivo ou estupidamente ridículo, querem o quê, é como amêndoas para mim (analogia um pouco sem sal, mas vá, valorizem a intenção, é páscoa pá!).

Por isso pelo que deverei começar hoje? Não que eu precise do tema, não senhor, capaz de enrolar o assunto vezes sem conta, andar as voltas sem dizer nada, não é nada mais que o meu segundo nome, sim meus amigos, o meu segundo nome é constituído por várias palavras, ó ó, nem o pessoal de sangue azul tem essa regalia, não é toda a gente que se chama “homem capaz de enrolar o assunto vezes sem conta andar as voltas sem dizer nada bolo”.

Mas pronto, MÚSICA, se não é das melhores maravilhas que o homem criou, então fiquei com a ideia errada, he he he, estavam a espera que eu disse-se outra coisa qualquer não estavam, mas “pumba!” enganei-vos, voltando ao que estava a tentar dizer.

No outro dia, alguém me elogiou, provavelmente nem deu por isso, mas a verdade é que o fez, elogio esse era qualquer coisa que envolvia uma expressão do género “podias fazer uma novela com isso”, ou seja, apelar a criatividade da frase pronunciada por mim anteriormente a tal elogio, tinha algo que ver com uma calculadora, um processador antigo e um triângulo amoroso, maravilha digo-vos, e foi com isto que me lembrei de escrever algo, e até já tenho uma ideia do que escrever para a próxima.

Agarrem-se ao que se puderem, e leiam estas palavras (as que estão em “caps lock”) como se estivessem a ouvir daqueles altifalantes no super-mercado ou feira:

O HOMEM BOLO, OU SEJA EU, IREI CONTINUAR AQUELA HISTÓRIA INACABADA, SIM, AQUELA EM QUE O GAJO ASSALTA A CASA ONDE ESTAVA A HAVER AQUELE FESTIM COM DROGAS, AH AH AH AH!!!!

sábado, 22 de novembro de 2008

De volta, é uma pena não é!?


Olá olá, aqui estou eu outra vez, depois de uma semana e um dia, se calhar até estão a pensar: “olha, esteve ocupado, pronto”, não estive não, sou é calão.

Hoje tem sido um dia interessante, já escrevi um post, mas ao fim de 500 e poucas palavras, achei que o post não era apropriado, e o que é que eu fiz? Olhei nos olhos do post e disse: “não vais sair”, por isso não se surpreendam se este post não tiver muita piada, o que tinha para dizer com graça ficou no outro, estão a ver? Desta vez tenho desculpa para a falta de piada, hé hé hé…

Muito bem, deixem cá ver o que vou dizer, hum… Se calhar começo por… Não, isso não.

Deixa cá ver nos post-it’s: “não, isto não, hum… há há há, este tem piada, vou guarda-lo, ora e este, não, não pode ser… já nem me lembro o que é que isto queria dizer, o que é que está escrito aqui? “Me liga, vai…” quer dizer, nada, não está lá escrito nada”.

Porcaria, não me consigo lembrar de nada.

Já sei (som triunfal), no outro dia, andei de táxi, talvez pela segunda vez, sim pela segunda vez, muito raramente ando de táxi. Nisto o senhor que ia lá a conduzir decidiu começar a falar, sobre o quê? “Football” como é obvio, ainda me posso dar por sortudo o homem não ter começado um discurso racista, todo o taxista que se preze, rege a vida por “football”, a divulgar o racismo, e a cobrar preços injustos.

Agora é só preciso eu desejar muito para que nenhum taxista leia isto, não vá ser a próxima vez que eu passar a passadeira a ultima, bem capazes disso são eles, se eles já dizem o que dizem sobre as pessoa de origem estrangeira e estas não lhes fizeram nada, o que me fariam a mim depois de dizer o que disse sobre eles.

Nota para ti homem bolo: fugir assim que avistares um carro com cor creme, dos estádios, dos amantes de “morangos com açúcar”, dos americanos e todos os outros que gozas-te.

Parece que é desta que vou perder uns quilos…

Passando, agora que releio isto (o que está lá em cima), está muito sequinho, já sei, vou continuar o dialogo de um coment que fiz já á muito tempo. Podem ler o inicio no blog da senhora Jane, aqui vai o linkinho http://janeisnicelikesugarandspice.blogspot.com/2008/10/ai-as-sapatonas.html.

Eles: pronto, ok, vamos andando, vá fica bem docinho.
Eu (agora a falar sozinho): fiquei sozinho, mas ou menos deixei o cuzinho a salvo, o que é que vou fazer agora? Deixa cá ver estas canetas, HHHÁÁÁ. Não têm tinta, estou condenado, NÃO!!!
Nisto aparece um Dodó do meio do nada.
Eu: Um Dodó, és a minha salvação…
O Dodó: Não estou a gostar do teu tom de voz, PÁS!!! (um estalo na cara do homem bolo)
Eu: (choroso) snif, snif… para que foi isso? Não te fiz mal nenhum.
Dodó: Desculpa, ando um pouco nervoso, é que á uns quilómetros atrás, parou um carro do meio do nada, saíram de lá 5 homens enormes e excitados e… e…(choro) não consigo dizer, snif… snif…
Eu: Por acaso iam para uma festa de gays?
Dodó: Sim, deram-me convite e tudo.
Eu: Olha, eles passaram ainda á pouquinho por aqui.
Dodó: Sim!? Perguntaram por mim? Falaram de mim? Não deixaram o número de telefone por acaso?
Eu: Não, só me ofereceram boleia. Não devias estar furioso depois do que te fizeram?
Dodó: Estou é furioso por eles não me terem telefonado no dia seguinte!
Eu: Ok… (em pensamento “olha-me isto, vim parar ao meio de nada e já estou a lidar com pessoal mais doido que eu”). Olha eu vou ver se durmo, é que eu tenho de sair daqui.
Dodó: O quê? Também não gostas de mim, é? Ninguém gosta de mim, sou gordo (nisto ele mete a pata na boca e começa de vomitar).
Eu: Não és nada, és tão giro.
Dodó: Não sou nada, tu é que és lindo.
Eu: Não sou nada, sou feio e gordo, tu é que és a coisa mais sensual que já vi.
Os meus olhos e os do Dódo cruzam-se e fica um ambiente estranho no ar, começamos a aproximar a cara um do outro. No ultimo segundo, quando eu já tinha a língua de fora e tudo, o Dodó vira a cabeça.
Dodó: Não, tu simplesmente irias magoar-me, como todos os outros!
Eu: Não, eu amo-te como nunca amei mais nada…

(agora com sotaque brasileiro) Não perca próximo episódio de “Gay gostosão indeciso de sua sexualidade”.

P.S: Não tinha nenhuma foto decente, por vai outra vez aquela foto, e vai também um desafio, copiem a foto e vandalizem-na, depois enviem-me só para me divertir com o que fizeram, enviem para o e-mail seraumcroissantcomchocolate@gmail.com

sexta-feira, 14 de novembro de 2008

Livros quase de graça incentivam menino a ridicularizar situação de assassinato, croissants são cúmplices, arguidos serão presentes em tribunal...


Olá caríssimos leitores, já lá vai algum desde que escrevi pela última vez, mas aqui estou eu com ideias geniais, não são geniais, mas nada me impede de dizer que são.

Hoje decidi ir comprar uns livrinhos porque há uma feirinha do livrinho de sotãozinho lá na escolinha e sendo por isso os livrinhos baratinhos, ok se calhar vou mas é parar com isto, resumindo, de manhã passei por lá e vi um livro que até me interessou, á tarde, coisa de 1 hora atrás, passei por lá atrás e por coisa de 30 segundos perdi a menina que acabou por comprar o livro que eu queria, sem ressentimentos, é na boa, por isso acabei por gastar uns 10 minutos a ver que livro, neste caso livros, levaria, como podem ver pela imagem, foram aqueles.

Escolhi o da esquerda pela capa e pela sua antiguidade, o outro foi pelo título, e também um pouco pela simples razão de ele quase se desfazer em cofetis a cada vez que se vira uma página.
Agora que já acabei de ler o primeiro capitulo vou-vos fazer uma síntese com uns arranjos a minha maneira, eu queria era ler um pouco de um e depois um pouco do outro e juntar tudo numa mistela, por exemplo como a senhora Mé uma vez escreveu num post, mas não tive paciência para ler um pouco do outro, por isso aqui vai:

Um grupo de 5 amigos, 2 mulheres e 3 homens, juntam-se para ir fazer uma festa a casa de um deles, comerem croissants, consumirem drogas pesadas e acabarem a noite numa orgia, chegam lá a casa do amigo, janta-se (croissants, obvio), bebe-se (croissants também, não perguntem como), horinha de consumir, consomem todos mas há um que leva mais tempo e ainda fica a faze-lo, nisto um ladrão que andava já de volta da casa entra pela janela adentro vestido de um fato-macaco com um design muito “primavera-verão” e com um chapéu-de-chuva em riste, o que estava a faze-la é o único que pode resistir, os outros já estão noutra, é uma presa fácil, ele dá um gritinho:

O que estava a faze-la: AAAAAAAAAAHHHHHHHHH (gritinho efeminizado)

O outro saca de uma espada de dentro do chapéu e espeta-a no olho do gajo até a ponta sair pelo outro lado da cabeça, estando os outros drogados o senhor ladrão tem o tempo todo para roubar o que quiser. No fim um dos gajos drogados tem uma face de terror, devido á droga, e com a boca aberta, o ladrão aproveita a situação para tirar uma gargalhada, mete as nádegas perto da cara do homem e solta um flato, nisto diz:

O porcalhão: Toma, bateu-te nos dentes.

E ainda lhe mete uma maçã na boca como se este fosse um leitão e vai-se embora depois de dar uma olhadela por baixo da saia de uma delas.

Fim do primeiro capítulo.

P.S: Eu era para falar de outra coisa, mas apetecia-me caracterizar um pouco um policial, sim, os livros que comprei são policiais, são os primeiros policiais que vou ler.

Já para já, o livro do qual li o primeiro capítulo é o da esquerda, o que tem a capa mais gira.

segunda-feira, 10 de novembro de 2008

Na falta do Croissant tendo a tentar parecer inteligente. Já nem sei o que é melhor...


Olá, por mais incrível que pareça não teve de passar quase uma semana para que volta-se a haver um post novo neste blog, fantástico, ainda há coisas que me impressionam.

Do que vos vou falar hoje? ... Ok era suposto terem perguntado mesmo, eu as vezes preciso de sentir que existe uma certa empatia entre nos, vá, outra vez.

Do que vou falar hoje?

Vocês – Do que é que vais falar hoje? (som de gente pouca entusiasmada e sonolenta)

Ai que bom, tanta vivacidade neste público, vá agora só os da direita.

(silencio)

Ok, hum… muito bom, então vamos lá aos da esquerda.

(silencio outra vez)

Ok, se calhar estou a abusar, passemos á frente. Eu hoje vou falar de um filme, sim eu sou uma pessoa que até se tenta instruir em algumas coisas para além de sites pornográficos e pastelaria, sim eu sou um ser humano que ouve música, lê e de vez em quando vê um filme, por acaso ando ainda para ouvir uns álbuns e ver uns filmes que me despertaram o interesse, alem de serem relativamente antigos, vou ver se capto o que deveria ter captado há mais tempo.

Passemos então ao filme, o filme que fui ver, por acaso até foi ontem á noitinha, com o senhor Ricardo, foi o “W.”. Para quem não sabe é um filme que retrata a vida de George W. Bush, ou pelo menos a parte que deixaram ou convinha. Ora bem, não sei o que pensam, mas para mim o Senhor Ex-presidente dos E.U.A, até sabe bem chama-lo Ex-presidente, não passa de um sujeito estúpido e burro que nos lixou a todos e só não lixou mais porque não calhou ou então cansou-se.
O filme por sua vez, tenta transmitir a “verdadeira” versão, aquela que não está nos filmes do Michael Moore e que não conseguimos concluir através das “belas” (ironia) atrocidades que este animal fez, verdade essa que revela que ele é estúpido e burro (ora até aqui tudo bem) e tudo o que fez de mal, aquelas poucas coisas (ironia outra vez) foram sem querer, foram um acidente, não foram por mal, assim mesmo a mostrar que ele não passa de uma pessoa modesta que foi aldrabada pelas circunstâncias.

Primeiro, só dai dá para tirar que ele é mais estúpido ainda, segundo, meus amigos, a desculpa do “sem querer” e do “eu não fiz por mal… snif snif (fungar e som de choro)” só é aplicável (quando é) até aos 10 anos ou algo do género, não se pode andar a usar num homem que é presidente e que já tem mais de 4 vezes os 10 anos.

Há-de ainda haver gente a dizer, toda a gente erra, 1, até eu posso dizer que em termos de errar, sou um génio ao lado daquele gajo, eu!? Vejam só a gravidade da situação, 2, nós estamos a falar de um presidente, não é simplesmente de alguém á parva, não é pessoa que se possa dar ao luxo de andar ai a errar que nem um adolescente, como ele foi, por exemplo, para ser aceitável estar na presidência e errar assim sem mais nem menos punha-se lá qualquer um, por isso não venham cá com essa do “áh, todos erram, não devias ser assim com o senhor”, para isso ia eu para lá, digo com confiança que fazia um trabalho melhor, quase toda a gente fazia um trabalho melhor, por isso deixemos essas desculpas mal inventadas e toca a admitir que o gajo não vale um chavo…

Já para já, a imagem que vai lá em cima é do penúltimo álbum dos Nirvana, não tinha fotos de croissants e até é um álbum muito interessante, não é todos os dias que se mete as mão num álbum de uma banda de qualidade com mais de 10 anos, notem que aquele álbum foi comprado pouco depois de ter saído, por isso é muita história, só não trazia era o preço em escudos, mas vá, não se pode ter tudo.

sexta-feira, 7 de novembro de 2008

Deixa ver, gozei com o ENGENHEIRO, descobri o vosso medo da extinção, revelei o meu amor pelos Dodós e ainda tive tempo de comer um pouco de sopa...



Às vezes ouço, poucas vezes, que eu escrevo bem, primeiro, “obrigado, mas não é preciso ter medo, a arma está descarregada”, segundo, “não sei o que andas-te a fumar, mas também quero”, claro que estou a brincar, em relação á parte de fumar e da arma, mas continuo com a ideia implícita nas afirmações anteriores, mas obrigado na mesma, muito agradecido até.

Eu, por acaso, no outro dia enquanto escrevia o post anterior a este, escrevi num “post-it” algumas palavras mágicas que me ajudariam a ter ideias para o próximo post (este), agora olho para o “post-it” e tenho raiva de mim mesmo, mas no que é que estavas a pensar? (dirigido a mim, claro)

Por isso, agora num improviso, o mesmo no qual escrevo quase todos os “posts”, dai esta miséria, vou escrever na esperança que saia algo bom que não me faça baixar a cabeça quando alguém que me conheça e conheça o blog passar perto de mim.

No outro dia, comecei a pensar “Éla mas que cu tão…” esqueçam, não era este o pensamento, era este “Realmente muito pouca gente se dirige a mim para dizer algo sobre o blog (coisa boa se formos a ver, dai eu ainda estar vivo) ” e isto levou-me a reflectir, até porque o blog pode ser pouco visitado, mas não é assim tão pouco, e até há uma boa quantidade de gente que eu conheço que de vez em quando passa por aqui, mas eu não vejo essa gente a vir ter comigo e pontapear-me, ofender-me, nem nada, será que gostam? Não pode! O que me leva a concluir. Eu tenho medo que haja retaliações por parte dos leitores que me conheçam (os outros que não me conhecem descarregam em inocentes e eu rio-me ao longe por saber que não sou eu (HÁ HÁ, sou tão mau)), mas estas não existem (ainda bem), porquê?

Eu sei a resposta, pois assim tinham que admitir que iam ao meu blog, e vocês sabem que a sociedade não encara bem as pessoas que têm estilos de vida alternativos, viram o que aconteceu aos Dodós (ave extinta, apoio português á mistura), bastou-lhes serem diferentes e presas fáceis, e lá foram eles todos, ainda por cima eram tão giros, PORRA!!!

Por isso já sabem, deixando as pessoas saberem que vocês lêem este blog, ganham bico, ficam com uns quilinhos a menos, deixam de poder voar e passam a ser caçados até a vossa extinção para serem comidos, ou simplesmente para divertirem com a vossa morte.

P.S: Lá em cima vem a prova vida do que á muito venho a afirmar, o senhor Sócrates não precisa ter medo de mim, eu sou insignificante e nem sou tão avantajado sexualmente como você, já para já, obrigado por andar ai a fazer publicidade ao Magalhães, se quiser oferecer-me um, pode, eu também faço publicidade, mas tem de mo dar primeiro…

Ou então um Dodó, ah, o quanto eu queria um Dodó, então e se trouxesse um croissant com chocolate, upa upa…

segunda-feira, 3 de novembro de 2008

Realmente fazia muito bem se eu ganha-se juízo, mas vá...


Olá, estou de volta, até estava a pensar em desejar uma boa passagem de ano, só naquela de gozar com esta atitude consumista de começar o natal, e com ele as compras, não 10, nem 20, mas uns 60 dias antes da altura, fantástico, mas pronto.

No outro dia, ontem ou antes de ontem, descobri que há algo que me é essencial para poder passar o dia como deve ser, esse algo é o espelho, sim meus amigos, porque grande parte da minha vida social está dependente desse sacaninha que é o espelho, afirmação muito triste não é? Mais ninguém me consegue aturar, só mesmo ele, o que é que se há-de fazer? Mas pronto, o que é que acontece!? No outro dia dirigi-me á casa de banho, e tal não é o meu espanto quando me viro para o espelho, para revisitar um dos meus mais pacientes amigos, e me deparo com uma superfície sólida de cor rosa bastante clara, até pensei que finalmente me tinha livrado do acne, mas não, o espelho não estava lá, e nem o único amigo que se humilhava sempre tão alegremente para me fazer sentir bem ficara, realmente foi aí que comecei a dar valor ao ranhoso, o gajo, não o espelho, bem se for a ver, também comecei a dar mais valor ao outro sacana, aos dois vá.

Isto leva-me a concluir que mais triste que escrever num blog, a pensar que as pessoas do outro lado gozam com alguém que não sabem quem é, e assim se sente-se mais feliz, mas lá no fundo sabem e gozam ainda mais do que o escritor pensava, é estar dependente dum amigo imaginário, no sentido em que o vê, mas que este realmente não existe, para se divertir nos dias em que não sai de casa, e eu, por magia, tenho os dois, realmente há que se ser muito insignificante, mas eu mesmo assim consigo tirar algo da situação e rir, por exemplo, escrever sobre ela, a pensar que tem piada, e lá no fundo os leitores lêem até á segunda linha, os mais paciente (claro), e dizem “este gajo devia era ir ás feiras de banda desenhada e séries de ficção científica e masturbar-se a ver imagens de personagens sensuais dessas séries, ao mesmo tempo que chorava por ser “nerd” e não ter sorte com as raparigas, e as vezes tudo ao mesmo tempo” isto imaginando a minha imagem nas vossas mentes, vá, há que deixar assente que não sou bem assim, eu, por exemplo, não vou a essas feiras…

P.S: HÁ HÁ HÁ, teve piada não teve, esta ultima!? HÁ HÁ HÁ…
Em relação ao aipo que encontram lá em cima, ele está lá por duas razões, 1, não tinha mais nada para por, 2, hoje decidi comer um aipo cru, devo dizer que o que é mais estranho é a primeira dentada, depois até quase se começa a gostar daquilo.

quarta-feira, 29 de outubro de 2008

Mais uma vez a minha bela avozinha, e outras coisas também, mas o principal é a avozinha...


Olá, como vêm eu bem disse que aquela não seria a última vez que eu deixaria o blog temporariamente abandonado, mas pronto.

Hoje decidi falar mais uma vez da minha avozinha, sim, aquela que disse para eu lavar as mãos para que assim não me doessem os olhos. No outro dia tive a felicidade de passar sábado para domingo na casa da minha avó, e devo dizer que é fascinante, eu claro, muito inimigo do silêncio, tive que pôr conversa com a minha avó em varias ocasiões, e falar com ela é fascinante, falei, melhor, questionei os temas que ela “domina” com o meu sarcasmo e ironia muito bem camuflados, e ri-me muito alto para dentro, parti-me mesmo a rir (mas contido), é fascinante discutir coisas como homossexualidade com uma pessoa com quase 4 vezes a nossa idade e com valores religiosos, é mesmo incrível, dá para rir muitíssimo, e depois claro, discutir um pouco de religião só para ver mesmo no que acreditam e no que se baseiam para acreditar, mais umas risadas bem contidas quando a minha avó consegue juntar coisas defendidas a nível cientifico com coisas defendidas a nível religioso, bem, só a parte religiosa já dava para rir bastante.

Claro que muitos de vos dirão: “Aí homem bolo, não se tenta refutar coisas religiosas, isso são coisas em que as outras pessoas acreditam”. Meus amigos há muita coisa em que eu acredito que todos tentam refutar, então e onde está o respeito por mim?

“Áh e tal, homem bolo não podes acreditar que quando se morre se reencarna num croissant”, “Não são os pedaços de avelã que te vão salvar do demo”, “Não podes comer dois bolos de seguida”
Andam todos esses devotos a tentar refutar aquilo em que acredito, aquilo pelo qual eu rejo a minha vida, não terei eu o direito de fazer o mesmo? Quando é que se vai respeitar o homem bolo e a sua demanda por cada vez mais chocolate no croissant? Esse gajo não respeitam pois não!? Pois, por isso não venham cá mandar-me calar, ok, podem vir, mas depois peçam desculpa, se calhar nem é preciso… vá, cuspam-me em cima…

Claro que não me diverti só a ouvir a minha avó, adorei também o facto de ter feito uns trabalhinhos de casa ao som dos “ABBA”, sim, a minha avó gosta bastante dos “ABBA”, tem um CD deles que tem de pôr a tocar pelo menos uma vez por semana, não que eu ache mal, acho muito bem até, mas vá, há que dizer que é bastante giro, depois mostrei-lhe musicas que eu gosto, “Artic Monkeys”, “30 Seconds To Mars” por exemplo, e ela, só mesmo para não dizer que aquilo era horrível, fez a gentileza de me responder:

Eu – Então avó, o que acha da musiquinha?

Avozinha – Áh, são musicas que se ouvem agora.

Querida não é? Não foi sequer capaz de dizer: “Áh, que coisa horrível, tu adoras o diabo, fora da minha casa, FORA!” Uma querida, tenho de admitir.

Já para já, quem ficou a pensar que eu andei a dizer á minha avó que deus não existia ou a tentar refutar o que ela dizia, enganam-se, eu simplesmente fiz perguntas e perguntas, enquanto me ria (ás escondidas) das respostas, eu já não tento fazer as pessoas acreditarem que não existem coisas superiores, cada um que acredite no que quiser, tal e qual como espero que façam o mesmo comigo, mentira, quero que me tentem desacreditar, isso diverte-me, que me desrespeitem, oh sabe tão bem.

Pisa-me, pisa-me, vá diz que sou uma cabra, bate-me, OOHHHH…

P.S: Desculpem lá esta última frase, eu achei que tinha piada, não acharam!? Para quem pensou que eu ia pedir desculpa em relação ao meu post poder ser ofensivo a pessoas que sejam religiosas, não desculpo, fica ponto assente…

sexta-feira, 24 de outubro de 2008

Onde está o Croissant? E também alguns pensamentos soltos.


Olá, mais uma vez eu deixei o blog na miséria por uns dias, deixem estar que não foi a primeira, e mais certo, não foi também a última. Devo dizer que acho realmente o post do senhor Ricardo, divinal, mas aviso desde já que qualquer parecença entre mim e o Miguel são pura coincidência, garantiu-me o autor (porque é que acho que escrevi o que pensei?), mas não é em termos físicos, é mais em termos de orientação sexual (pronto, agora é que te lixas-te á grande), não, quero dizer, não existe nada de parecido entre mim e o Miguel (acrescentado á pressa…).

Ora bem, nestes últimos dias aconteceram no mínimo 2 coisas que eu acho semi-dignas de serem transcritas para o blog, uma delas decorreu quando eu comecei a falar sem destino, a desperdiçar palavras e a criar um momento que realmente, e digo isto com um certo orgulho, parece ser criado por um verdadeiro comediante, tipo um discurso a sós onde entram várias personagens, todas muito caricatas, quem me conhece sabe que sou um mestre nisso. Entretanto, enquanto prosseguia com o meu discurso, uma amiga minha vai e diz: “de quem é isso?” como se aquilo que eu disse-se fosse algo tirado de algum programa de comédia, eu respondi obviamente: “é meu” e expliquei logo que fazia parte da minha natureza fazer daqueles discursos. Nisto, e umas horas mais tarde, ocorreu-me:

(agora como se estivessem a ler os pensamentos de alguém)

Épá, então se eu tivesse dito que aquilo era de algum comediante, ela ainda dizia: “Logo vi, para a piada que tinha, tinhas que ter tirado de algum lado” ou então se tivesse dito que era meu: “Bem me pareceu, não tinha assim tanta piada, quer dizer, não tinha piada nenhuma, HÁ HÁ HÁ…” e eu ficava a chorar enquanto ela me cuspia para cima e me queimava com pontas de cigarros.

(vá já acabou a reflexão)

Isto leva-me a pensar, como é que será quando alguém me perguntar onde é que vou arranjar estas ideias, realmente a única palavra que apareceu na minha mente para explicar a minha inspiração, foi mesmo “Vagina”, sim meus amigos, eu escrevi a palavra que não devia ser escrita (nem sei bem porque não deve), mas realmente é a palavra que me veio á cabeça, quando pensei no que responderia, realmente tem o mesmo impacto (mas com mais classe, claro) que alguém perguntar a tabuada do 9 e uma celebridade responder: “vais pela nacional 24, viras a direita e ai comes as melhores queixadas de porco da tua vida” ou então “tens lume?”…

Viram como eu discretamente me comparei a uma celebridade, e fiz a piada do “tens lume”, sou mesmo bom não sou (estou a brincar). Bem com isto tudo esqueci-me da 2º coisa que era suposto falar. Ora bem, alguma vez pensaram como seria escreverem num blog, onde desconfiam que ninguém soube-se quem vocês eram, e até escreviam de forma estúpida que vos faria terem uma certa vergonha de andarem na rua, mas não a tinham porque sabiam que ninguém vos conhecia, mas depois chega aquele dia em que uma das últimas pessoas que alguma vez pensariam que conhecia o vosso blog aparece a vossa frente e diz: “então como vão os croissants?” e vocês num estado de quem lhes cai os tomates ao chão, quer dizer os berlindes ao chão, melhor, os pontos negros ao chão e numa voz surpreendida e assustada dizem: “vão bonzinhos”, pois, eu sei, mas nem vou revelar nomes, ainda essa pessoa está a ler e eu não quero ficar mal.

Há você está ai!?

Hum, o que é isso na sua mão?

Hum, se calhar vou andando.

Não, não me faça mal, não era minha intenção

Não não nnããoo

HHHHHHHHHHHHHÁÁÁÁÁÁÁÁ…

(som de algo metálico que cai no chão depois do serviço ter sido feito)

domingo, 19 de outubro de 2008

"Onde está o Croissant?"


Olá olá…

Ultimamente (últimos 3 dias) não tenho escrito, nem comentado, nem respondido a nada pois ando um pouco ocupado, sim, parece impossível eu sei, mas mesmo sendo a minha vida por norma tão vazia quanto um balão “virgem” no bolso de um palhaço (maravilhosa analogia), sucede-se que os últimos dias têm sido um pouco chatos, no termo em que não faço tanto quanto quero e o que faço, faço mal, tal como enviar mail’s sem os ”attach” que lá deviam estar (porra, é que não foi nem 1 ou 2 vezes…), mas pronto, seja como for, tive de me pressionar a escrever, nem que não fosse tanto quanto suposto ou tão bom quanto quero, mas em relação a ser bom, é sempre a mesma história do “fica para a próxima”, quando finalmente for o “próxima” já os republicanos se tornaram gente culta e sensata (é favor notar a ironia).

Pois bem, do que vou falar hoje? Não sei, só sei é que tenho que ser breve. Talvez já seja altura de falar do tal tema “o que as pessoas ficam a pensar assim que me ouvem falar”.

No outro dia, um dos alunos novos da minha turma teve o azar de me ouvir falar como falo no meu habitat normal, obviamente, ficou um pouco com cara de quem pensa “mas de onde é que isto caio” ou então “tu queres ver que o atropelaram e ainda fizeram marcha-atrás?”, algo desse género, ambos aplicam-se bastante bem. Mas á que notar que não é a única pessoa que ficou assim depois de me “conhecer”, conhecer entre aspas, pois ele mesmo assim não me conhece nem um décimo, mas ficou a saber do blog, e de algumas expressões minhas, por exemplo aquela com que fico quando alguém me fala bem do blog, ou mal também.

Á uns tempos, quando me encontrava entre pessoal que não conhecia de lado nenhum, isto no meu trabalho de verão, alguém me dirige a palavra e eu muito social como sou (mais ou menos) comecei logo a falar como se no meio de gente conhecida me encontra-se, resultado, todos me acharam estranho (nem me importei muito com isso) e ainda tive a oportunidade de alguém adjectivar-me com a palavra intelectual, isso é que já foi estranho, intelectual, eu? Hum, por momentos deixei de pensar que eu é que seria a pessoa estranha no meio daquilo tudo. Já para já, se alguém que se encontrava comigo na altura está a ler, fico já a avisar que abandonei aquele meu projecto estranho, sim aquele mesmo, agora tenho uma ideia mais simples e menos estranha, mas com o mesmo resultado.

Vá divirtam-se com o “Onde está o Croissant?” lá de cima e votem, comentem e voltem…

P.S: Mesmo parecendo que já não estou ocupado, estou, por isso se eu continuar a não importunar outros bloggers com coments desagradáveis, não estranhem (até parece que alguém estranharia a minha ausência, mas vá, há que ser positivo)…

terça-feira, 14 de outubro de 2008

O Croissant do Dia... Também: O senhor que me assustou de certa forma, não devido á sua aparência, mas sim a reflexão que fiz sobre ele...


Olá olá, como podem ver, eis um post logo seguido a outro, fascinante, pois bem, hoje vou falar um pouco do croissant que comi ontem.

O bonito croissant que se vê na imagem era de massa folhada, o que lhe dava uma consistência interessante, o chocolate, como qualquer chocolate, estava bom, tinha uma apresentação simples, mas ou menos não era inexistente, como no caso de um outro croissant que comi á uns dias que era incrivelmente simples e nem era grande coisa, em relação ao aspecto um pouco amachucado, isso é consequência de eu lhe ter tirado a foto depois de o ter usado para o “Onde está o Croissant?”, bem, também se eu o fosse comer antes de tirar as fotos do divertido passatempo, o passatempo deixava de ser divertido para passar a ser incrivelmente difícil (percebem porquê? Hum, muita piada não é, há há há...).

Vamos passar ao célebre senhor, no outro dia, por razões que eu só sei, logo razões muito mal estruturadas, fui a um banco, e como tal, fiquei numa fila que parecia nunca mais acabar, e as pessoas dessa fila, sendo todas portuguesas, tinham inevitavelmente posturas no mínimo muito inspiradoras. Especialmente a senhora que juro que por momentos tentou viver a vida como uma pessoa que teria mais 10cm que ela, isso porque reparei que por segundos essa senhora bem baixa, pôs-se de bicos dos pés, e tenho a certeza que foi devido a um momentâneo sentimento de inferioridade.

O Senhor então que me assustou, assustou-me pois ele com o seu casaco e calças de ganga, o pólo amarelo, os sapatos de vela muito coçados, os óculos bem redondos, o seu metro e 70, a barba de uns 3 dias, o seu pouco cabelo um pouco comprido e encaracolando, o seu insistente hábito de mirar o exterior do banco com preocupação e aquela expressão na cara que é mesmo cara de génio um pouco parvinho, foi como por momentos fosse a minha imagem daqui a uns 20 anos mesmo a minha frente (á excepção do metro e 70), e isso assustou-me profundamente, realmente, e nem sei porque, pareceu mesmo que aquele sujeito fosse a minha pessoa com uns anos e muitos maus momentos (ninguém fica naquilo assim do nada) em cima, agora já sei, assim que eu vir que começo a gostar de casacos de ganga e usar óculos, já sei, “605Forte” comigo…

P.S: O senhor andava a mirar a rua de forma preocupada porque a policia estava a passar multas, ele até saio da fila por causa disso, reparei eu mais tarde.

segunda-feira, 13 de outubro de 2008

Até que enfim, novas imagens... É verdade e também um "Onde está o Croissant?"


Olá caros leitores, nestes últimos dias milhares de ideias ocorreram-me a cabeça, muitas mesmo, por isso neste post nem vou falar de todas, vou só mesmo dizer o que tenho mais á saída dos dedos, há há há… (viram a piadinha?)

Passando ao que interessa, primeiro, desculpem lá esta pausa, em princípio com a maré de ideias que tenho irei pela primeira vez escrever aproximadamente uns 3 dias seguidos, pelo menos é o que tenho em mente, segundo, hoje voltei a gastar algum do meu tempo e tirei mais umas fotos para a segunda temporada de “Onde está o Croissant?” que já começou á uns tempos mas que entretanto tem estado parada.

Não foi só a minha incrível vontade de tirar fotos a croissants selvagens que me incentivou para tirar as fotos, e esta também (a que está lá em cima), nos últimos dias, coisas têm-me alegrado, a senhora Vivianne in Berlin, num coment disse uma das coisas mais adoráveis que já me escreveram no blog, para além de uma celebre frase que me alegrou, bem, conjunto de frases, escritas pelo fantástico senhor anónimo, ai as saudades, passo mesmo a citar frases que muito me fizeram rir, e ainda fazem:

“(…)você: gente que enche a net de merda e que ainda por cima rouba tráfego à vizinhança ameaçando-os de chamar os primos caso lhe vão lá tirar a borla.Gente como você são os políticos portugueses, mas em classe baixa: enchem-nos de merda, roubam-nos e ainda gostavam de nos ir ao cu.(…)”, “Júlio, metes nojo aos cães!(…)” e “(…)alguém cuja psique gira em torno de pastelaria e homens latinoamericanos.(…)” entre outros…

Meus amigos, é simplesmente divinal, este anónimo é um artista, se quiserem ler a parte integral é só irem ver os coment’s do post do dia 8 de Abril, vale a pena. Voltando onde eu queria ir, a senhora Vivianne, disse que não costumava comentar mas que visitava com regularidade, ora, a magia para mim esta na parte “visitava com regularidade”, que é coisa que me felicita imensamente, muito obrigado senhora Vivianne in Berlin.

Uma coisa que não se percebe quando se olha para as imagens que tirei, não devido a má qualidade, mas devido ao facto de as situações não se transmitirem por imagens, como se pode reparar, as fotos são tiradas em locais calmos, pouco frequentados, isolados e essas coisas todas, também se não fosse deixaria certas pessoas com uma ideia genial de mim, não que eu me importe muito, já fiz coisas bem mais comprometedoras em publico e não tive o mínimo problema. Sendo esses locais isolados, enquanto vou por ai andando tenho grande probabilidade de assistir a situações mais irregulares, pois essas situações têm tendência a se desenrolar em locais menos frequentados, tais situações como consumo de drogas, casais em situações especiais, crimes e outros tantos. Hoje tive a oportunidade de assistir a uma situação não muito normal, mas o problema nem foi talvez a situação, mas a reacção, passo a explicar. Estava a dirigir-me a um dos locais das fotos e quando me apercebo que pelo caminho que tomava iria interceptar um casal, nem era numa situação muito embaraçosa, estavam simplesmente aos beijos, mas com ela deitada por cima dele, nada de mal, obviamente fiz um desvio um pouco excêntrico para não incomodar o casal (não fossem eles convidar-me talvez, eu não podia, tinha fotos a tirar), desvio esse que eu achei mesmo que seria muito discreto devido á distancia (30, 40m) a que me encontrava, desviei tanto o caminho como o olhar, mas quando voltei a olhar para ver se a minha presença teria sido notada, apercebi-me que sim, ok, reacção que eu esperava do casal era ficarem talvez a olharem para mim até eu desaparecer totalmente e depois eu seguia com a minha vida eles com a deles, mas não, mesmo sendo obvio que eu não me interessava nem um pouco pelo que se passava ali, quando dei por eles estavam de pé e a abandonar o local á pressa (lá se foi o convite), minha reacção, nenhuma, problema deles. Pronto o que interessa é que tirei a foto e aqui estou, além de as fotos terem uma qualidade medíocre e os croissants serem pequenos pontos amarelos, espero que percebem o que são.

Lembrei-me agora, não só fiz uma pequena viagem para tirar as fotos, mas também para arranjar o croissant, ora bem, uma amiga minha aconselhou-me esta manhã um estabelecimento em especial para adquirir o tão esperado croissant, pois bem, devido ao ponto de referência dado, tive umas certas dificuldades, ou seja, passei por algumas capitais europeias, uns 15 minutos no total para dar com o croissant, mas é um sacrifício que vale qualquer croissant com chocolate, desde que seja no mínimo bom.




Para além do grande texto que já vos escrevi, tinha também em mente falar de umas coisas que me têm enchido a cabeça nos últimos dias, em vez de gastar muitas linhas vou pôr antes de uma forma bem mais interessante, por “pontinhos”:

O senhor que me assustou de certa forma, não devido á sua aparência, mas sim a reflexão que foi consequente a sua visualização.

As soluções muito científicas da minha avozinha.


A opinião que algumas pessoas devem ficar de mim assim que me ouvem falar.

“O Croissant do Dia” pois aquele croissant é novo para mim e merece alguma atenção.

Bem, podem encarar os “pontinhos” anteriores quase como os títulos dos próximos posts, cada ponto tem muito que se lhe diga, acreditem…

Estou agora a ver que este deve ser sem duvida o maior post que alguma vez escrevi, e agora como disse isto ficou ainda maior, isto podia mesmo até ser um ciclo, eu escrevia e continuava a dizer as consequências da acção de escrever mais e mais, e depois ria-me com isso, como se fosse um grande acontecimento e eu me pode-se começar a glorificar com o simples facto de escrever de forma perigosamente aborrecida, e depois no meio de nada vou e disparo algo do género, há há há, passei as 1000 palavras. Épá, realmente quem tiver a ler agora estas palavras é uma pessoa incrivelmente dedicada a sofrer com os meus posts, parabéns, parabéns e obrigado, vá, votem, comentem e voltem…
P.S: O blog da senhora Vivianne in Berlin é http://lionsinmycloset.blogspot.com/, força visitem.

quarta-feira, 8 de outubro de 2008

Vamos lá ver quando é que eu irei arranjar novas imagens...




Olá caríssimos leitores, hoje em grande carência de inspiração comecei a absorver todo o tipo de coisas que poderiam inspirar-me, até o pobre gatinho demoníaco do meu primo me começou a encher a cabeça, mas depois decidi poupa-lo, o gato até pode desejar a morte a toda humanidade nos seus mais íntimos pensamentos, mas vá não é má criatura, até é um leitor assíduo deste blog, visto bem, isso só faz dele mais demoníaco, mas passando á frente.



Hoje estava a pensar em prosseguir com um “diálogo” que iniciei num coment em que estava particularmente inspirado, realmente o post da senhora Jane tinha-me inspirado e eu decidi fazer um coment ao qual achei uma certa graça, pois envolvia homossexuais, eu acordar num local remoto, canetas de cores e a possibilidade de eu ser violado por 5 homens que ansiavam por encontrar os seus caminhos para a festa, por outras palavras, uma situação fantástica que só mesmo esta cabecinha demente poderia imaginar.



Seja como for, hoje cheguei mesmo ao ponto de pensar em começar a fazer posts reduzidos, a fim de os fazer praticamente todos os dias, o que seria muito violento para vocês, por isso decidi antes começar a ganhar forças para poder é fazer dos grandes e todos os dias, HÁ HÁ HÁ (riso estúpido). Isso é que já seria um verdadeiro atentado á saúde publica, e como tal, seria algo que me levantaria o ego e me faria rir da forma ridícula especial como só eu me rio e só algumas pessoas sabem, infelizmente é impossível transcrever tal riso, o que é uma pena para mim e uma sorte para vocês, mas realmente caia bem, assim quase como um efeito especial que faria o vosso coração dar um saltinho como dá quando inclinamos a cadeira para trás e então a cadeira começa a cair, mas depois é salva por uma mesa que se encontrava muito bem colocado e que nos permite viver mais um dia, até voltarmos a fazer a mesma porcaria.



Na falta de fotos, decidi brincar um pouco com as que já tinha, ali em cima podem deliciar-se com uma foto a tentar parecer artística, mas que de artística não tem nada, mas até tem o seu bom aspecto. A bocado ainda tentei á ultima da hora arranjar um croissant para ver se fazia um “Onde está o Croissant?”, mas os planos saíram furados, vá contentem-se com isto.




P.S: Quem diria, poupei-vos da minha habitual deixa, já para já, o blog da senhora Jane onde eu deixei o coment é http://janeisnicelikesugarandspice.blogspot.com/ vale a pena visitar.