quinta-feira, 23 de abril de 2009
Finalmente cumpri...
Mais longe, nos arredores de Massamá, um sujeito acaba de descobrir a verdadeira resposta para a pergunta “Será um croissant com chocolate um bolo?”, resposta que encontrou por acaso enquanto vasculhava velhos links de sites pornográficos, em grande êxtase o sujeito rapidamente se apressa para a rua para gritar ao mundo a resposta, infelizmente, o rapaz não toma atenção ao caminho e torna-se um alvo fácil para um burro que circulava a grandes velocidades, rondar os 56 Km/H, vejam só que até pôs vermelho um daqueles semáforos que detectam a velocidade.
Como consegui o burro ir tão depressa? Porque o burro ia de patins, porquê? Muito simples, porque o burro era precisamente do gajo que acabou de ser atropelado, este por sua vez não tem juízo nenhum, e obviamente foi deixar o burro andar de patins, claro que qualquer pessoa sabe que isso não é seguro, mas ele foi e deu os patins ao burro na mesma.
A culpa de o burro ser como é não é só do dono (que nem é dono), há que ter em consideração que este é um burro muito problemático, a única razão, provavelmente, pela qual estes dois se dão bem, é porque mais ninguém se daria bem com nenhum deles, não admira que ambos sejam como unha e carne.
Mas voltando ao burro, o burro não é santo nenhum, primeiro porque não é irracional, ao contrário de muita gente que anda por ai, sim, é um burro consciente das suas acções, e fala vejam só, eu sei, eu sei, parece impossível, nem eu acredito, mas é a verdade.
O burro, que deve-se ficar já a saber que dá pelo nome Xavier, é como é porque, primeiro teve uma infância muito complicada, viu os pais morrerem numa favela no Brasil, ai, por sorte tinha uma tia que vivia em Massamá e que não se importou de tomar conta dele e de lhe pagar o bilhete para Portugal, o mesmo não acontece com outros burros, que acabam por cair na vida da prostituição e das drogas e morrem muito cedo na vida desgraçada da favela.
Veio para Portugal, mas o seu percurso escolar fez com que este rapidamente entra-se em contacto com as drogas, depois disto foi só um passo até fugir da casa da tia, passou quase um mês a viver nas ruas de Lisboa, tempo de que não se orgulha nem um pouco (coisas que fez, vá-se lá saber o quê), voltou mais tarde para casa da tia, magro, mal cheiroso, sujo, um autêntico trapo, fez as pazes com a tia e até hoje muito pouco mais se passou para além das longas tardes que gasta a masturbar-se no canto escondido do estábulo ou então a falar com o sujeito que quase se dá por dono dele, além de ser quase o contrário.
Este sujeito, ao contrário do Xavier, nada há para dizer sobre ele, nasceu em Massamá, nu e sem mulher que o ama-se e morrerá nu e sem mulher que alguma vez o tenha amado, história da vida.
Entretanto voltemos ao ponto da história, o gajo está deitado e o Xavier ri-se, além de ter o pequeno receio de ter morto o gajo, é um riso de conjunto de nervosismo e de bem-estar, esperando só que ninguém tenha visto, caso o Xavier tenha que deixar o corpo ali e ir-se embora para não acabar com nenhuma mancha no cadastro, basta já a detenção por exibicionismo no Odivelasshopping.
Entretanto o gajo levanta-se e para pouco espanto nosso, não se lembra de quem é nem porque aqui está. Xavier solta um suspiro de alivio e começa de dar á sola, pois assim tem a certeza que o fulano nunca mais o chateará, não se lembra de nada, certamente não se lembrará do caminho para o estábulo, assim Xavier tem a certeza que ninguém interromperá a sua sessão de masturbação, a tia está fora, na cabeleireira, e o bacano deve certamente estar agora a tentar descobrir quem é, quando der vontade de estar com um amigo, Xavier então ira ter com o gajo.
Continua...
Não perca o proximo capitulo porque eu não perderei de certeza, alias até tenho que o escrever e tudo, devo até admitir que grande parte do próximo capitulo já está escrito, eu é que não queria tornar o post demasiado grande, nem parece meu não é?
quinta-feira, 27 de novembro de 2008
Era uma vez ...
Tudo isto para dizer que quando o senhor comprimido, que se chamava Santiago - curioso nome - tinha como emprego limpar as gargantas e fazer uns servicinhos extra, quando estes eram solicitados pelos clientes (de ambos os sexos), a única coisa que o atormentava era o facto da gonorreia, que se arriscava a apanhar caso não tivesse cuidado, pois, estando ele a limpar tão conspurcadas canalizações e ainda por cima a fazer serviços potencialmente tão perigosos no que respeita a infecções.
O que o senhor Santiago arranjou foi uma espécie de preservativo, só que em vez de o colocar no seu órgão genital de comprimido, ele via-se obrigado a vestir-se com o preservativo, protegendo assim todo o seu corpo de bichos microscópicos e outras coisas esquisitas.
Um dia quando acabou de limpar os resíduos de um senhor, tais como amígdalas com pus branco e um pedaços consideráveis de escarro, este deu a entender que estaria interessado em qualquer coisa para além de lhe limparem os tubos, nesse momento o nosso comprimido saltou-lhe para a boca e começou a fazer a sua magia, o homem em êxtase, começou a acariciar-se (belo eufemismo este) e num auge de clímax o homem sem querer engoliu. Claro que não me estou a referir ao fluido que Santiago produziu no decorrer da esfregadela com a amígdala esquerda, mas sim do próprio Santiago, que foi para ao Estômago do homem desconhecido.

Santiago que era um profissional jovem, mas com muita experiência, andava sempre precavido, e por isso desembainhou uma espada em miniatura (um alfinete) e com ele começou a atacar as paredes que o tentavam engolir, espetou, espetou, voltou e espetar e nesta espetadeira toda, ele alcançou o que pretendia, um orifício suficiente para conseguir sair daquela sala de pânico.
Cá fora, mas ainda dentro do homem, apanhou a A5 lá do sítio e começou o seu caminho até chegar ao fígado; lá chegado, iniciou a técnica de emergência que se aprende na escola de comprimidos para as gargantas, e apertou com toda a sua força a vesícula do senhor engolidor, de tempos a tempos dava mais uma apertadela, pois sabia que com estas dores insuportáveis o homem que o engolira havia de ir a um médico para o tirarem cá para fora.
Ele foi, lá lhe abriram a barriga, descobriram que o orifício se transformou numa úlcera de estômago e que as lesões no fígado eram irreparáveis, Santiago foi salvo e voltou à sua vida de canalizador depois de uma semana de interrupção.
Moral da História: eu tenho um carro vermelho, não comas comprimidos para a garganta que eles são umas bestas destruidoras de órgão e protege-te sempre que tiveres relações sexuais e não te reduzas unicamente ao teu órgão sexual, todo o corpo está em risco, por isso mais vale vestires uma gabardina.
terça-feira, 21 de outubro de 2008
Era uma vez ...
Era uma vez um queijo chamado Alberto, ele que era italiano e parmesão, vinha de altas famílias de queijeiros e a sua mãe era uma vaca (no sentido literal e não só), ele vivia com um amigo (sim, eram queijos Gays) que era um simpático e gordinho queijo fresco. Deste modo a casa deles era de facto muito fresca, para que o simpático amigo continuasse simpático, mas mesmo assim, como todos sabemos, os queijos frescos ao fim de uns dias sem serem comido começam encolher, a encolher, até ficarem coisas que é difícil de exprimir por palavras, deste modo o queijo fresco tinha que ser comido todos os dias; percebemos deste modo que a vida sexual deste casal era bastante activa e deveras interessante.
Alberto, o bonitão, todo musculado, até eu o comia todo
Miguel o simpático e gordinho queijo que gosta é de brincadeira
Alberto que era bastante curioso (coscuvilheiro) tinha uns binóculos no quarto para poder espreitar o que é que a sua vizinha (uma maravilhosa croissant com salmonelas) fazia e sem querer, descobriu que esta era uma das criaturas mais vis do planeta, pois o que descobrira, era que, a croissant, era a assassina do aspirador hoover (marca registada).
A Croissant com Salmonelas, vizinha de Alberto e Miguel, a assassina dos aspirador Hoover.
Esta descoberta fora feita uma simples manhã, em que Alberto acordou e viu a senhora salmonela a limpar o adaptador para alcatifas, coberto com sangue, do seu aspirador hoover (marca registada), ele aproveitou e chamou o Miguel (o fresco) e pediu-lhe que tirasse umas fotografias. Ele tirou e então começaram a comer-se antes que o Miguel desaparecesse.
Quando acabaram, a maquina fotográfica tinha desaparecido e no lugar onde ela havia estado, alguém havia deixado um bilhete que dizia: 'HE' , mas também dizia :'Que nojo dois queijos a comerem-se logo de manhã, isso não vos fermenta?'.
Alberto e Miguel espantados disseram que aquilo era um horror (Qui HORRORE!) e que não podia voltar a acontecer (a parte do bilhete, não a parte de se comeram) e que o culpado daquilo era a vizinha Croissant e que eles seriam os próximos na lista das suas vítimas (viram a quantidade de vezes que escrevi que numa frase).
Desde logo Alberto elaborou um plano para matar a Croissant naquela mesma noite, quando esta tivesse a dormir, cozendo-a viva e depois comendo-a com maionese (e com o papel de embrulhar que ela usava como camisa de dormir para que não se encontrasse quais quer vestígios, para isso é que era a maionese, para empurrar); assim pensado, assim feito. Nessa noite mataram a velha, comeram-na, Miguel que estava habituado a ter a boca cheia não teve problema, mas Alberto engasgou-se e teve que levar (logo no local do crime) umas 'pancadinhas' por trás para conseguir retomar o ser ritmo respiratório.
Agora peço-vos para escrever um final para a história (mas devo dizer que acho que se acabasse assim não era mau de todo).



