domingo, 26 de abril de 2009

A manteiga rica e cremosa, por acaso acho que não estava boa, pelo menos foi o que me disseram...


Olá devotos leitores. Sim eu sei o quanto vocês estavam a desesperar por mais um post, vê-se nos vossos olhos.

Pois bem, só mesmo para manter o segredo sobre o terceiro capitulo, para vos fazer deseja-lo cada vez mais ou simplesmente perderem o interesse de vez, vou fazer ainda mais um post sobre nada de jeito antes do terceiro capitulo, Viram? Eu disse que este post era sobre nada de jeito como se os outros não o fossem também, há há há (a risada ranhosa do costume, desculpem lá, é que eu acho que tem mesmo piada), sou um delírio.

Pois bem sobre que coisa fascinante vou eu fala? Nada mais, nada menos que um emaranhado de acontecimentos que se me sucederam no outro dia (ontem por acaso). Começo por revelar que descobri uma embalagem de manteiga maravilhosa, daquelas embalagens de 10g, e sim, linda de morrer, tinha 3 ou 4 vacas na imagem e dizia “ifo”, digam lá, quem desconfia de algo que diga “ifo”? Ninguém! “Ifo” é como uma palavra-chave que inspira confiança automática em qualquer pessoa. Infelizmente esqueci-me da embalagem no restaurante e não poderei assim felicitar-vos com uma imagem dela, mas como podem ver, esforcei-me para vos poder fazer rir das minha habilidades como artista, como já fizeram antes, e para talvez a reconhecerem, o que é bem pouco possível, mesmo que já tenham visto a manteiga muita e muita vez.

Outra coisa que também tenho de dizer é que adoro aqueles momentos constrangedores em que esta um grupo de pessoas está em silencio, tipo á espera do resto dos convidados, e de repente um sujeito qualquer tipo, deixa ver.... tipo... tipo... ora não sei, tipo eu. Vai e começa de expulsar meio sermão de coisas ridículas e estúpidas, mesmo ao meu género, e bastam-lhe apenas 46 segundo para se envergonhar diante pessoas que conhece e outras tantas que não, mas atenção! Não estou que tal tenha ocorrido, nunca, em tempo algum!

Vá divirtam-se com a imagem, gozem a vontade...


P.S: Se quiserem aprender mais sobre vacas podem ir primeiro aqui http://www.youtube.com/watch?v=44-eTs4qU54. Devo avisar que o senhor/a “alicemm” devia ter chamado á atenção para os direitos da “RTP” sobre o vídeo e podem também vir aqui http://pt.wikipedia.org/wiki/Vaca

sexta-feira, 24 de abril de 2009

Porque me apaixonei...


Meus amigos eu estava já com o terceiro capitulo feito e o seu respectivo post, quando uma enorme cadeia de acontecimentos me fez bater com a cara nesta relíquia do passado, em vez de postar um post de metro e meio onde estaria um desenho feito por mim e letras suficientes para vos fazer pegar na primeira coisa que encontrassem á mão e me desfazerem em pancada, mas pronto a diversão fica para a próxima.

Entretanto aqui vai uma das mais famosas musicas de sempre, devo até chamar atenção para 2 coisas, primeiro as vossas mães se não os vossos pais também poderão entrar num ataque de histerismo ao ouvir esta musica, e vêm logo a correr tomar posse do vosso pc de forma a consumir da forma mais directa a musica, segundo podem sofrer um afrontamento ao descobrirem quem a canta, principalmente neste clip, devo dizer que acho um clip adorável, e o vocalista, ó meus amigos...

Seja como for, a fim de evitar acusações de plagio, esta musica pertence á maravilhosa banda “KC & The Sunshine Band”, a musica é “Please Don’t Go” do Álbum “Do You Wanna Party”, aquilo ali em cima é um link para o famoso “You Tube” e ladrão é lá o senhor Mikoozzy não sou eu.

Vá divirtam-se com a musica, porque eu até me diverti imenso. Deu-me até ideias para uma coreografia para um projecto que tenho um mente, assim polémico, eu um dia destes vou ver se vou com o projecto avante.

Este clip inspirou-me também ao ponto de me fazer acreditar que nenhuma carreia é demasiado ridícula para seguir, e nem me refiro ao vocalista. Repararam que a banda tinha um elemento que basicamente só tocava pandeireta? Já imaginaram? Tocar pandeireta numa banda em tour pelo mundo, sexo louco e desprotegido, vida de luxo sustentada pela venda de discos em vinil, drogas á grande e a francesa e a meio da noite fazer um alta solo de pandeireta em frente de uma grande publico. Oh yeah!!!

Ok tenho de admitir, por mais que eu goze com a banda e toda a gente que a constitui, porra esta musica bateu tudo o que podia bater na sua altura, meus amigos foi isto que os nossos pais ouviam enquanto estavam na parte de trás do carro nos anos 80, claro que a imagem me dá arrepio á espinha, mas a musica estava lá, e eu tenho de admitir que tenho a minha afeição á musica.


Keep on rocking KC & The Sunshine Band you are the best, Oh yeah!!!!


P.S: O titulo refere-se á musica, claro, não vamos confundir as coisas, eu estou a morrer de amor pela musica, entende-se até porquê, não viram aqueles machões todos de peito ao relento? Pois deviam...

quinta-feira, 23 de abril de 2009

Finalmente cumpri...

Olá olá, então aqui vai a deliciosa continuação da história, não fiquem espantados pela grande mudança de cenário, o que acontece é que isto vai dar a um lado, tal e qual como as grandes histórias acabam por ligar diferentes acontecimentos, a diferença é que isto não é uma grande história, seja como for, qualquer parecença que ambas as personagens apresentadas nesta cena tenham comigo, não é coincidência, quer dizer é, isso mesmo, é.


Mais longe, nos arredores de Massamá, um sujeito acaba de descobrir a verdadeira resposta para a pergunta “Será um croissant com chocolate um bolo?”, resposta que encontrou por acaso enquanto vasculhava velhos links de sites pornográficos, em grande êxtase o sujeito rapidamente se apressa para a rua para gritar ao mundo a resposta, infelizmente, o rapaz não toma atenção ao caminho e torna-se um alvo fácil para um burro que circulava a grandes velocidades, rondar os 56 Km/H, vejam só que até pôs vermelho um daqueles semáforos que detectam a velocidade.

Como consegui o burro ir tão depressa? Porque o burro ia de patins, porquê? Muito simples, porque o burro era precisamente do gajo que acabou de ser atropelado, este por sua vez não tem juízo nenhum, e obviamente foi deixar o burro andar de patins, claro que qualquer pessoa sabe que isso não é seguro, mas ele foi e deu os patins ao burro na mesma.

A culpa de o burro ser como é não é só do dono (que nem é dono), há que ter em consideração que este é um burro muito problemático, a única razão, provavelmente, pela qual estes dois se dão bem, é porque mais ninguém se daria bem com nenhum deles, não admira que ambos sejam como unha e carne.

Mas voltando ao burro, o burro não é santo nenhum, primeiro porque não é irracional, ao contrário de muita gente que anda por ai, sim, é um burro consciente das suas acções, e fala vejam só, eu sei, eu sei, parece impossível, nem eu acredito, mas é a verdade.

O burro, que deve-se ficar já a saber que dá pelo nome Xavier, é como é porque, primeiro teve uma infância muito complicada, viu os pais morrerem numa favela no Brasil, ai, por sorte tinha uma tia que vivia em Massamá e que não se importou de tomar conta dele e de lhe pagar o bilhete para Portugal, o mesmo não acontece com outros burros, que acabam por cair na vida da prostituição e das drogas e morrem muito cedo na vida desgraçada da favela.

Veio para Portugal, mas o seu percurso escolar fez com que este rapidamente entra-se em contacto com as drogas, depois disto foi só um passo até fugir da casa da tia, passou quase um mês a viver nas ruas de Lisboa, tempo de que não se orgulha nem um pouco (coisas que fez, vá-se lá saber o quê), voltou mais tarde para casa da tia, magro, mal cheiroso, sujo, um autêntico trapo, fez as pazes com a tia e até hoje muito pouco mais se passou para além das longas tardes que gasta a masturbar-se no canto escondido do estábulo ou então a falar com o sujeito que quase se dá por dono dele, além de ser quase o contrário.

Este sujeito, ao contrário do Xavier, nada há para dizer sobre ele, nasceu em Massamá, nu e sem mulher que o ama-se e morrerá nu e sem mulher que alguma vez o tenha amado, história da vida.

Entretanto voltemos ao ponto da história, o gajo está deitado e o Xavier ri-se, além de ter o pequeno receio de ter morto o gajo, é um riso de conjunto de nervosismo e de bem-estar, esperando só que ninguém tenha visto, caso o Xavier tenha que deixar o corpo ali e ir-se embora para não acabar com nenhuma mancha no cadastro, basta já a detenção por exibicionismo no Odivelasshopping.

Entretanto o gajo levanta-se e para pouco espanto nosso, não se lembra de quem é nem porque aqui está. Xavier solta um suspiro de alivio e começa de dar á sola, pois assim tem a certeza que o fulano nunca mais o chateará, não se lembra de nada, certamente não se lembrará do caminho para o estábulo, assim Xavier tem a certeza que ninguém interromperá a sua sessão de masturbação, a tia está fora, na cabeleireira, e o bacano deve certamente estar agora a tentar descobrir quem é, quando der vontade de estar com um amigo, Xavier então ira ter com o gajo.

Continua...


Não perca o proximo capitulo porque eu não perderei de certeza, alias até tenho que o escrever e tudo, devo até admitir que grande parte do próximo capitulo já está escrito, eu é que não queria tornar o post demasiado grande, nem parece meu não é?

segunda-feira, 20 de abril de 2009

Ok, prometi, mas fica para a próxima...

Olá, antes de cumprir a minha promessa, sim aquela de eu continuar a história dos amigos que se drogam e foram roubados, irei aproveitar para arranjar um tema qualquer que desculpe eu adiar a história. Sinto-me tentado a escrever sobre algo mais, por outras palavras escrever sobre outra coisa.

Já repararam que a pessoal a quem a homossexualidade faz mesmo confusão, mas porquê? Só imagino que possa vir a ser por ciúme, sim, ciúme! Porquê!? Então não é obvio? Por exemplo, todos sabemos que qualquer “panilas” sem grande esforço é capaz de iniciar um musical improvisado no meio da rua, sim, com sujeitos em fato-de-macaco e “motards” a cantar “Take a chanse on me” dos ABBA, é obvio que isto dá ciúme a qualquer um, a mim por exemplo, sempre sonhei em ser capaz de desencadear um musical no meio da rua, ai quem me dera...

E não é só!!! Por exemplo, também são muito bons com decoração, culinária e bricolage, sim eles todos suados em jardineira, hum... morenos e musculosos, ui... HOMEM BOLO!!! Tira já essa imagem da cabeça!!! Ai, ai!!!

Pronto já passou, já comentei o benfica e já me pus a mandar piropos pela janela a meninas colegiais, pronto, pelo menos já me inoculei para a homossexualidade para pelo menos 2 dias, sim, porque todos sabemos que a homossexualidade é uma doença (estou obviamente a gozar com aqueles homofóbicos retardados que teimam a dizer que sou doente, quer dizer, que dizem que a homossexualidade é uma doença, sim, era isso que eu queria dizer), e é daquelas doenças que se pegam e depois só se tratam com anos de tremoços, football, coçar o escroto e bater na mulher.

Vou acabar o meu post com uma mensagem a esses/as senhores/as homofóbicos/as:

Metam-se na P*** das vossas vidas!!!

terça-feira, 14 de abril de 2009

Ups... Estava a dormir...

Olá olá, questionar a minha prolongada ausência seria uma pergunta interessante, talvez até com uma resposta interessante também, mas duvido, por isso decidi simplesmente dizer que vou passar a escrever de forma mais fútil, não fosse a anterior forma fútil o suficiente, porque digo isto?

Primeiro, porque assim quando disserem: “homem bolo, escreves mesmo mal.” Eu digo: “mas é isso mesmo que quero. Ah ah ah ah (o riso do costume)”.

Assim decidi passar a escrever sobre coisa nenhuma, mas tentando reforçar no ridículo e no degradante, pois não sei porquê, talvez pela grande falta de bom senso da minha pessoa, só me diverte o irracional, degradante e estupidamente repetitivo ou estupidamente ridículo, querem o quê, é como amêndoas para mim (analogia um pouco sem sal, mas vá, valorizem a intenção, é páscoa pá!).

Por isso pelo que deverei começar hoje? Não que eu precise do tema, não senhor, capaz de enrolar o assunto vezes sem conta, andar as voltas sem dizer nada, não é nada mais que o meu segundo nome, sim meus amigos, o meu segundo nome é constituído por várias palavras, ó ó, nem o pessoal de sangue azul tem essa regalia, não é toda a gente que se chama “homem capaz de enrolar o assunto vezes sem conta andar as voltas sem dizer nada bolo”.

Mas pronto, MÚSICA, se não é das melhores maravilhas que o homem criou, então fiquei com a ideia errada, he he he, estavam a espera que eu disse-se outra coisa qualquer não estavam, mas “pumba!” enganei-vos, voltando ao que estava a tentar dizer.

No outro dia, alguém me elogiou, provavelmente nem deu por isso, mas a verdade é que o fez, elogio esse era qualquer coisa que envolvia uma expressão do género “podias fazer uma novela com isso”, ou seja, apelar a criatividade da frase pronunciada por mim anteriormente a tal elogio, tinha algo que ver com uma calculadora, um processador antigo e um triângulo amoroso, maravilha digo-vos, e foi com isto que me lembrei de escrever algo, e até já tenho uma ideia do que escrever para a próxima.

Agarrem-se ao que se puderem, e leiam estas palavras (as que estão em “caps lock”) como se estivessem a ouvir daqueles altifalantes no super-mercado ou feira:

O HOMEM BOLO, OU SEJA EU, IREI CONTINUAR AQUELA HISTÓRIA INACABADA, SIM, AQUELA EM QUE O GAJO ASSALTA A CASA ONDE ESTAVA A HAVER AQUELE FESTIM COM DROGAS, AH AH AH AH!!!!

terça-feira, 2 de dezembro de 2008

As latas que comprei no Canadá. Nunca cheguei a abri-las.


Televisão nacional…

Coisa que me tem irritado muitíssimo, já não bastava a programação desagradável e estúpida, passaram a por essas qualidades também na publicidade, agora 5 segundos de publicidade da TMN ou mini-preço, irritam o mesmo, ou mais até, que 30 segundos de “morangos com açúcar”, basicamente é uma maneira de concentrar a estupidez para quem quer maiores quebras de tenção, assim mais violentas, para os mais aventureiros, os que gostam de emoções fortes, nomeadamente raiva.

Isto chegou ao ponto de me fazer apagar todos os televisores que se encontram perto de mim, tipo:

Alguém: Desligas-te a televisão?

Eu: Não, foi o quadro que foi a baixo.

Alguém: Mas a luz está acesa.

Eu: Hãã… deve ser impressão tua.

Alguém: Não, está mesmo acesa, se quiseres apagar a televisão, apaga, mas não mintas.

TRÀS!!! (tiro na carótida, resolve sempre tudo)

Passando. Nos últimos dias não tenho escrito, é uma pena eu sei, mas não é a única coisa que não tenho feito, não tenho feito de tudo. Por vezes até penso “épá, não dá para eu escrever porque eu tenho muita coisa a fazer”, mas depois não faço o que devo nem o que quero.

No outro dia, fiquei a saber que havia mais uma pessoa que lia este blog, obrigado senhora-qual-eu-não-revelarei-o-nome-pois-não-a-quero-por-em-risco-de-vida-pela-razão-que-já-falei-noutro-post-se-queiser-vai-lá-ler-já-para-já-não-revele-a-minha-conspiração-sim-aquela-da-letra-esquesita-que-mais-parece-outra-coisa por ler o meu blog, é sempre bom conhecer gente que não tem vergonha de ler coisas destas e depois de o revelar com uma questão do género: “ele é que é o homem bolo?”

Não, ele não é, eu é que sou, sim sou um heterónimo dele, ele mantêm-me escondido no armário e só me tira ocasionalmente para me mandar escrever ou então para me abusar sexualmente, ai minha nossa, ele vem ai agora:

Ortónimo (eu): Mas o que é que tu estas a escrever, estás a revelar a verdade!?

Heterónimo (também eu, mas o que está a escrever): Ai, não me faças mal, eu simplesmente não queria por o outro post que guardei e tu queres tanto que meta, não me faças mal…

Ortónimo (começo de ir agredindo o heterónimo, ambos eu): Vais meter porque eu mando!

Heterónimo: Por favor não me faças mal, ai pára, pára…

Ortónimo (depois de lhe dar uma valente tareia): Pronto, é agora, vais pagar com o rabinho.

Heterónimo: Não, o rabinho não, logo agora que ele já está como o queria…

Depois da dolorosa, deito-me no chão em forma fetal e a chorar, roupa toda rasgada e com mazelas por todo o corpo, depois no centro do plano aparece em letras grandes “violência doméstica a heterónimos homossexuais, vamos parar este drama” e começa a dar a música “Porcelain” do Moby, assim mesmo deslocada, e eu levanto-me com a roupa interior pelos tornozelos e começo a dançar…

P.S: O título só se aplica á imagem, é que isto anda mesmo mal por aqui, com a porrada no heterónimo, a minha última conspiração, as garrafas UCAL e a falta de tempo. Uma desgraça, é o que digo.

quinta-feira, 27 de novembro de 2008

Era uma vez ...

... um comprimido de dores de garganta, que nesta altura do ano, começava o seu emprego sazonal de limpar as porcarias de dentro das gargantas alheias, podemos imaginá-lo como um canalizador de condutas humanas, e não só a semelhança se fazia pelo trabalho realizado, mas também pelo preço do serviço (exorbitante como é costume), no entanto a semelhança não se fica por aqui. Todos reconhecemos um canalizador como um símbolo sexual que entra em qualquer filme pornográfico, normalmente acompanhado por um homem do leite ou carteiro, mas sem dúvida que o canalizador é mais importante neste género de produções fílmicas.

Tudo isto para dizer que quando o senhor comprimido, que se chamava Santiago - curioso nome - tinha como emprego limpar as gargantas e fazer uns servicinhos extra, quando estes eram solicitados pelos clientes (de ambos os sexos), a única coisa que o atormentava era o facto da gonorreia, que se arriscava a apanhar caso não tivesse cuidado, pois, estando ele a limpar tão conspurcadas canalizações e ainda por cima a fazer serviços potencialmente tão perigosos no que respeita a infecções.

Todo bonitão, não é?

O que o senhor Santiago arranjou foi uma espécie de preservativo, só que em vez de o colocar no seu órgão genital de comprimido, ele via-se obrigado a vestir-se com o preservativo, protegendo assim todo o seu corpo de bichos microscópicos e outras coisas esquisitas.

Um dia quando acabou de limpar os resíduos de um senhor, tais como amígdalas com pus branco e um pedaços consideráveis de escarro, este deu a entender que estaria interessado em qualquer coisa para além de lhe limparem os tubos, nesse momento o nosso comprimido saltou-lhe para a boca e começou a fazer a sua magia, o homem em êxtase, começou a acariciar-se (belo eufemismo este) e num auge de clímax o homem sem querer engoliu. Claro que não me estou a referir ao fluido que Santiago produziu no decorrer da esfregadela com a amígdala esquerda, mas sim do próprio Santiago, que foi para ao Estômago do homem desconhecido.


Santiago que era um profissional jovem, mas com muita experiência, andava sempre precavido, e por isso desembainhou uma espada em miniatura (um alfinete) e com ele começou a atacar as paredes que o tentavam engolir, espetou, espetou, voltou e espetar e nesta espetadeira toda, ele alcançou o que pretendia, um orifício suficiente para conseguir sair daquela sala de pânico.

Cá fora, mas ainda dentro do homem, apanhou a A5 lá do sítio e começou o seu caminho até chegar ao fígado; lá chegado, iniciou a técnica de emergência que se aprende na escola de comprimidos para as gargantas, e apertou com toda a sua força a vesícula do senhor engolidor, de tempos a tempos dava mais uma apertadela, pois sabia que com estas dores insuportáveis o homem que o engolira havia de ir a um médico para o tirarem cá para fora.

Ele foi, lá lhe abriram a barriga, descobriram que o orifício se transformou numa úlcera de estômago e que as lesões no fígado eram irreparáveis, Santiago foi salvo e voltou à sua vida de canalizador depois de uma semana de interrupção.

Moral da História: eu tenho um carro vermelho, não comas comprimidos para a garganta que eles são umas bestas destruidoras de órgão e protege-te sempre que tiveres relações sexuais e não te reduzas unicamente ao teu órgão sexual, todo o corpo está em risco, por isso mais vale vestires uma gabardina.