sábado, 6 de setembro de 2008

PLEONASMOS de VERÃO

Eu não sei bem porque razão ás vezes sou tão estúpido, mas nos últimos tempos, tudo me irrita (mentira, eu até sou uma pessoa feliz, mas tenho que ter motivo para fazer o seguinte post) e deste modo agora ando irritado com coisas tão simples como os pleonasmos , ou seja dizer a mesma coisa de maneiras diferentes numa mesma frase, aqui têm alguns exemplos:
  • subir para cima
  • elo de ligação
  • acabamento final
  • certeza absoluta
  • 8, 9 e 10 inclusive
  • duas metades iguais
  • outra alternativa
  • comparecer pessoalmente
  • conviver com você
  • todos foram unânimes
  • encarar de frente
  • multidão de pessoas
  • facto real
  • surpresa inesperada
  • amanhecer o dia
  • hemorragia de sangue
  • Pessoa Humana (e esta eu digo muitas vezes por motivos de enfatização)
  • abertura inaugural
  • a razão é porque
  • última versão definitiva (esta é um pouco estranha)
  • O cadáver de um defunto morto que já faleceu (esta é puxada)
  • Nasci há 20 anos atrás
E é assim que eu passo os meus dias de verão, a recolher este género de coisas que as pessoas dizem.
Perguntam vocês: o que é que isto tem haver (tem que ver - outra expressão que eu abomino) com o croissant?
Eu respondo: NADA

obrigado e voltem sempre

P.S.:Quem escreve isto é o RICARDO e não o HOMEM BOLO e agora percebo porque se chama ao verão a silly season.

Trauma infantil e manteiga com sal...


Olá caros leitores, é verdade, em consequência de ler um post que se encontra no blog das senhoras Moças (blog que chamei á atenção no post anterior a este), que se referia a um trauma relacionado com a rua Sésamo, lembrou-me que também eu tive o meu próprio trauma ao participar num programa infantil, calma, não é tão glorioso como levar uma pancada do popas, nem sequer levei pancada nenhuma (que pena…), eu simplesmente fui um dos miúdos que fez parte da plateia num episodio do "Batatoon" (foram muitos os miúdos que tiveram essa sorte, por isso não é algo assim tão exclusivo quanto isso), que nem é tão giro nem tão imortal quanto a rua Sésamo. Pois é meus amigos, passemos ao que interessa, para quem ainda se lembra de como era o "Batatoon", a vozinha querida do batatinha, sim, aquela voz fantástica de quem parece que levou um pontapé nos genitais e que passa a vida em sofrimento, não é real, pois é, não sei quanto a vocês, mas quando eu era miúdo, não me passava pela cabeça que aquela voz não seria realmente a dele, ainda por cima fiquei a saber da pior maneira, quando o homem veio falar connosco (miúdos na plateia), vou passar a ser mais descritivo:

Intervalo...

O Batatinha e o Companhia ausentam-se por momentos e aparecem pouco depois vestindo um daqueles uniformes de pré-primaria, entretanto dirigem-se á plateia, bem perto de mim e:
Batatinha: Então meninos, já começaram as aulas? (isto dito com uma voz de bagaço combinado com bastante tabaco em cima)
Menino bolinho: (totalmente chocado, sem se conseguir mexer ou dizer seja lá o que for)
Batatinha: (disse mais algumas coisas, não me lembro porque tudo ficou em slow motion e com voz espectral)
Outros meninos: sim, sim...
Ainda outro: não começou nada.
Outra vez o outro: já já!
O ainda outro outra vez: não começou não, tu és mentiroso. MÃE, MÃE...

Ok, devo admitir, a voz do batatinha provavelmente não era assim tão assustadora, mas devido ao facto de ele de repente aparecer com a voz de um homem normal, isso chocou-me e as lembranças de traumas são normalmente mais exageradas que o normal, muito provavelmente os miúdos também não disseram aquilo, não consigo lembrar-me, afinal de contas estava tudo em slow motion para mim, lembram-se?
Claro que o menino bolinho mesmo sendo pequeno na altura, já fazia das suas, lembram-se dos pombos branquinhos que estavam por trás da plateia? sim, esses pombos eram uma tentação para mim, obviamente tentei apanhar um deles, resultados:

- o pessoal técnico gastou escassos minutos atrás dos pombos.
- eu ainda ouvi de não sei quem.
- os pombinhos devem ter acabado por ter ficado mais assustados comigo do que eu com o batatinha. (pobres pombos)

Áh, é verdade, quase me esquecia, depois de eu já estar chocado com o Batatinha, ainda apareceu o Companhia e falou com o mesmo tom de voz, o que me assustou ainda mais, até parece que estavam decididos a fazer-me sujar a roupa interior, pobre de mim, eu era pequenote pá, esse Batatinha que me aparece-se hoje á frente que eu mostrava quem assustava quem, raio do homem, nem foi capaz de me deixar mexer no comando, porra, aquele comando significava tanto para mim e o palhaço vai e diz-me "áh, não se pode mexer no comando" mesmo á cara podre, devia estar com medo que eu descobrisse que era falso. Vá, já partilhei com vocês algo que provavelmente matou a minha infância um pouco antes do previsto, então votem, comentem e voltem…

P.S: Desculpem lá o titulo, é que de repente apeteceu-me. Para se lembrarem de como era a voz desse palhaço demoníaco, vejam este vídeo (p link está no fim), ele começa a falar a partir do momento 3:58, vá admitam lá que eram capazes de acreditar que aquela é a voz dele, mas não é…

segunda-feira, 1 de setembro de 2008

Já quase me esquecia de vos contar...


Caros leitores, reparei recentemente que não tenho vindo a inovar, nem a escrever no blog, de quem é a culpa? Obviamente, só minha, seja como for, estou decidido a desafiar a minha pouca vontade e fazer alguma coisa, vá, bonitinha. O problema é mesmo o quê, as ideias, essas são aos milhares, agora as possíveis, são poucas e a vontade para essas é inexistente, e isto vão sendo os meus dias, uma luta interminável contra a minha própria inércia, luta que está destinada ao fracasso…

(agora passem a ler como se fosse a voz de um narrador de um trailer de um blockbuster, com o entusiasmo de um locutor de rádio)

Mas nem tudo está perdido, ao fundo, no nevoeiro, o nosso herói vê um vulto, um vulto em forma de lua crescente, é… é… é um croissant, o nosso herói está abismado e agradado por tamanha aparição, entretanto o croissant começa a revelar o seu chocolate interior de forma sensual, ele fica todo descascado, com o chocolate á mostra, onde estão tatuadas as seguintes palavras “just do it”, o nosso herói fica em fogo, ele não se consegue aguentar, ele é um homem, um homem têm as suas necessidades, ele vai e dá uma dentada no croissant com chocolate e tal como o popeye fica quando come espinafres, o nosso herói ganha poderes, a inércia foi derrotada, pelo menos por agora…

(agora que já dei por acabado este triste discurso já podem deixar de ler daquela forma, bem, se gostarem, podem continuar)

Meus caros leitores, lembrei-me agora que ainda não vos falei da saga que foi encontrar croissants com chocolate lá no Canadá, bem, devo dizer que foi num local em que não esperava lá muito esse acontecimento, foi numa grande superfície comercial, como podem ver pela foto, naquelas secções onde está o pão e os bolos, é incrível como só depois de duas semanas é que acabei por encontrar croissants com chocolate, claro que comprei logo alguns, para matar saudades, ainda por cima foi mesmo o único local em que acabei por dar com eles, vergonha, tanto francês, tão pouco croissant com chocolate, já ninguém liga às suas origens, á sua cultura. Pronto, já descarreguei, já lá vão os tempos em que olhava para todas as prateleiras em procura de sinais, mas vá, já não é preciso eu chorar, já cá estou outra vez, a importunar-vos, e com a certeza de que em grande parte dos cafés têm croissants com chocolate, ufa…

Áh, é verdade, desculpem lá estas minhas ausências, eu não tenho tido todo tempo do mundo nem lá muita paciência e vagar (palavra que eu venero e que a minha avó diz como mais ninguém, quando ouço a minha avó dizer esta palavra, ganho o dia, é por e simplesmente magico) e por isso têm visto que os meus posts, isto é, se cá vieram, andam muito atrasados e raros, mas fiquem descansados que eu até já reuni umas ideias num papel para próximos posts, agora quando eu encontrar o papel devem voltar a ver um post, vá, votem, comentem e voltem…



P.S: Desculpem lá a estranha e perturbante historia com o croissant e afirmações sexuais, é que eu queria provar a mim próprio que eu conseguia falar de croissants e algo relativamente sexual ao mesmo tempo, parece que consegui…

segunda-feira, 11 de agosto de 2008

Sim, ainda estou vivo.


Caríssimos leitores, por vários motivos, entre os quais, um pouco de frustração, não tenho escrito há já muito mais que a semana que disse que não escreveria, por isso peço desculpa, mas, realmente eu sempre fui das pessoas que não se importa de falar para o boneco, como agora por exemplo, mas nas ultimas semanas, o facto de os coments serem nenhuns e as visitas, ou muito me engano, ou são quase todas minhas, isso tirou-me um pouco do ânimo inabalável que me é característico, seja como for, devo dizer que já voltei do Canadá e de lá, como vos prometera, trouxe uma foto de um croissant ao lado do “Golden Boy”.
Áh, é verdade, quando eu disse que o “Golden Boy” era feito de ouro maciço, enganei-me, ele realmente é feito é de bronze (nem maciço é sequer), mais tarde é que lhe puseram folha de ouro por cima, sacanas, nem sequer foi feito no Canadá, foi em França, tal como outra enorme estátua, existente nos Estados Unidos, que é um símbolo de enorme importância desse país que nem foi capaz de a fazer por ele próprio, aparentemente esses norte americanos têm ainda mais um defeito para além da obesidade e estupidez, esse defeito é serem ainda mais forretas que o típico português (a estatua da liberdade foi um presente, ou seja, os americanos não pagaram por ela (tal como não pagam por muita coisa que não é deles cof...cof Iraque cof... (palavra escondida pela tosse, não quero morrer)), daí o forreta), ou menos os nossos monumentos, pelo menos os de maior importância, são originais do mesmo pais onde se encontram, Portugal.
Bem, eu verei se nos próximos dias não me esquecerei de escrever alguma coisa, também, eu neste post iria falar de um pequeno trauma de infância que me lembrei enquanto lia um blog que conheço e que ainda não fui capaz de lhe dedicar um post ou, ao menos, por um link para esse blog, afinal de contas elas merecem, não o fiz ainda não porque não queira, sou simplesmente é muito calão, desculpem lá, seja como for o blog dessas meninas é:

Sem mais assuntos despeço-me, por isso votem, comentem e voltem…

P.S: Lembram-se da historia de eu não encontrar croissants no Canadá, como é obvio, acabei por encontrar, mas isso já é outra historia, vou ter de deixar a Saga para o próximo post, acreditem, vale a pena a historia, bem, talvez não tanto.

quinta-feira, 17 de julho de 2008

Mais uma breve ausência.

Olá caríssimos leitores, este post será bastante breve pois estou a escreve-lo só para avisar que amanhã vou partir para um acampamento, o que me vai ocupar mais ou menos uma semana, na qual, sendo o local para onde vou acampar relativamente isolado, não terei grande acesso a computadores, muito menos á internet. Seja como for, vou neste post falar de algo bastante característico da cidade onde tenho estado nas ultimas duas semanas e pouco.

Winnipeg é inegavelmente a capital mundial das "slurpees", o que é uma "slurpee"? É basicamente uma bebida/gelado que se encontra num estado intermédio entre sólido e liquido, talvez a coisa mais parecida com a "slurpee" que exista em Portugal seja o granizado, mas mesmo assim as diferenças são bastante evidentes. O que acontece em Winnipeg, é que sendo uma cidade no Norte da América, irão ser sempre criadas formas de conseguir fornecer produtos consumíveis de forma industrial ao cliente, e o norte-americano agradece com um sorriso na cara, como se de uma criança se trata-se e a mãe acabara de comprar a mais recente consola do mercado. Eu, como qualquer turista, fui logo por o biquinho para provar, e hoje enquanto fazia uma caminhada um pouco longa, das pouquitas que tenho feito, que foram talvez pouco mais de 5 nas ultimas duas semanas, mas já foram mais que muitos norte americanos fizeram durante toda a vida, decidi parar por um pouco e ir experimentar uma "slurpee", sendo eu guloso, como é fácil de se perceber, fui logo pegar num copo que para mim, e todo o português normal, era enorme, ou seja peguei num copo de 0.827L, claro que vocês dizem logo:

Vocês: Épá que besta!

Mas um Norte-americano vai e diz:

Otário: That's nothing, you should drink instead a 1.8L cup like I do.

Sim meus amigos, cá um copo com quase um litro de bebida é considerado quase nada, é claro que em Portugal os maiores copos com bebida que se vendem comercialmente são de 0.5L, que já é muito, mas cá esta gente ri-se disso, ao mesmo tempo que come um balde de gelado usando um prato como colher. Também é verdade que cá se vendem copos até 1.8L de capacidade, isto é o máximo que se vende comercialmente, porque quando é alturas especiais, chega mesmo a haver copos que ultrapassam os 2L, ora isso para mim já não é um recipiente que sirva para um ser humano beber, serve antes para caixote de arrumações.

Estou quase a dar o meu post por acabado, mas antes vou dizer que desta vez não usei nenhuma foto, principalmente da "slurpee" que bebi, pois ultimamente tenho tido uns problemas com a câmara, foi depois de eu ter caído com ela enquanto fugia ao segurança da loja que falo no post anterior a este, seja como for, vou ver se arranjo umas fotos decentes, não pensem que já me esqueci da foto do croissant com o "golden boy", se quiserem saber mais a fundo o que é uma "slurpee" procurem no google ou assim, existe um site mesmo só para ela, mas vá, votem, comentem e voltem...

terça-feira, 15 de julho de 2008

Em busca do Croissant possivelmente perdido ou então por fazer.


Olá caríssimos leitores, infelizmente ainda não encontrei um croissant com chocolate, vergonha, mas pronto, seja como for tenho prosseguido a minha saga em que tento fazer o Canadá aperceber-se da minha existência, isso até se pode notar pelo facto do papelinho na foto do outro post. Bem, desta vez decidi ir a uma lojinha de electrodomésticos e afins, onde fiquei fascinado por este bonito computador que estava ligado a um monitor enorme, como podem ver na foto, obviamente a minha tentação foi ver como ficaria este blog nesse maravilhoso LCD, como se pode ver, ficou bastante interessante, dava para ler á distancia e tudo, claro que a foto não está grande coisa, ainda por cima o 'flash' dá cabo de tudo, desculpem não ter tirado uma melhor, mas era difícil tirar fotos enquanto fugia ao segurança e vendedores, nem deu tempo para por o blog como 'homepage' desse computador.

Nestes últimos dias tenho tomado atenção a mais alguns aspectos interessantes que existem neste país. Comecemos pelas grandes superfícies comerciais, devo chamar primeiro á atenção de que aqui só existe grandes mercados, as únicas coisa mais pequenas são sempre minimercados dedicados á venda de produtos originais de outros países e são sempre também geridos por emigrantes desses mesmos países, um bom exemplo é mesmo os mercados minimercados portugueses, onde infelizmente também não têm croissants com chocolate, estes estabelecimentos têm também o horrível hábito de ter um cheiro intenso não muito agradável para a maioria. Nessas grandes superfícies, os produtos são vendidos á medida do americano, pacotes de batatas fritas que depois podem ser usados como saco do lixo para uma semana inteira, Marshmellows aos sacos de quilo, baldes de gelado (mesmo baldes, não estou a brincar), alguns cereais parece que vem em sacos de ração, leite em chocolate vem em garrafões de 4L e por ai fora.

Bem, não vou gastar mais a vossa paciência, que eu amanhã vou ver se faço mais um, é que eu quero compensar de certa forma as 2 semanas em que não se escreveu nada neste blog e compensar a próxima semana em que não vou escrever, é que eu vou acampar para os lados oeste do canada, onde faz frio e há ursos com fartura, espero voltar inteiro e vivo, por isso votem, comentem e voltem... HA HA HA HA (a rir-me do facto de voltar a ter usado a famosa deixa) HA HA HA (rir pelo facto de explicar porque me ri) HA HA HA HA HA (mesma razão)

domingo, 13 de julho de 2008

Onde está o Croissant com Chocolate? (dito com lágrimas nos olhos e voz de choro)



Olá, caros leitores, peço muitas desculpas pela minha longa ausência, devia era dizer "de nada", tendo em conta que até agradecem o facto de eu não escrever há já algum tempo, pois bem, esta minha ausência deve-se a uma série de razões que envolvem obviamente croissants com chocolate, ou melhor, a falta destes. O que quero dizer com esta perturbante afirmação? Quero dizer é que, aqui no Canadá, ainda não tive a oportunidade de avistar, e consequentemente provar, um croissant com chocolate. Pois é! Num pais tão desenvolvido como este, não tive ainda o prazer de avistar o importante ícone comestível que distingue os países desenvolvidos dos sub-desenvolvidos, ou seja, o croissant com chocolate. Ok, devo admitir que as minhas buscas ainda não foram tão intensas como as buscas pela Maddie (menina inglesa que desapareceu no Algarve, para quem já se esqueceu), mas a verdade é que aqui as sanitas usam um diferente mecanismo de escoamento, logo tamanhas buscas não são possíveis, o que é que isso tem a haver? Pois, também não sei.

Uma coisa é verdade, sempre que passo perto de um estabelecimento que venda produtos comestíveis, e acreditem, há MUITOS, e isso talvez explique as minhas dores no pescoço, eu começo logo a mover a minha cabeça para ver se se encontra algum mítico croissant com chocolate nessa loja, só para perceberem a maneira como começo a olhar as montras á distancia, é mais ou menos como um sujeito mexe a cabeça de forma a tentar ver um mamilo feminino que ficou temporariamente e acidentalmente exposto, á distancia e com muitas pessoas a passar pelo campo de visão, isto tudo enquanto o gajo está sentado numa cadeira de uma explanada ranhosa qualquer, é um movimento tão perigoso para o pescoço que até se corre o risco de morrer com um traumatismo resultante dessa violência.

Áh é verdade, quando ia a escrever este post, cheguei a conclusão que em vez de vos relatar algumas coisas que fiz aqui no Canadá, o que vos poderia levar a pensar que eu me estava a gabar da minha sorte, muito provavelmente também não resistiria a faze-lo, decidi então relatar algumas observações, vá, um pouco engraçadas, não vou é relatar todas, primeiro, para o post não ficar demasiado grande, segundo, para guardar algum material para futuros posts.

Uma coisa bastante interessante neste pais é que se de repente eu esquece-se tudo desde o dia 27 de Junho (dia em que parti para o Canadá) para frente, haveria uma forma simples de me aperceber que estava na América do Norte, para alem de ver pessoas a falar inglês, essa forma seria entrar numa geladaria e ver se lá os funcionários tiravam gelado para os copinhos (ironia) com uma espátula, sim meus amigos, com uma espátula, eu já fui a uma geladaria e fiquei fascinado com esta aparição, havia ate copinhos (ironia outra vez) que ai em Portugal nunca se usariam para comer gelado, mas sim talvez para beber, neste caso seria beber de copos de restaurantes fast-food, lá é que os copos são grandes, ou então como balde para esfregona.

Há agora uma coisa neste post, que numa observação atenta, mas não muito, põe em causa o facto de eu estar no Canadá, mas que se muito mais atenta, demonstra como sou fora do normal e ainda por cima com orgulho disso, se não, não estaria a chamar a atenção para isso, essa "coisa" é o facto de eu estar a escrever com acentos, não percebem? Eu explico, aqui no Canadá fala-se inglês (um pouco também de francês, mas não interessa), inglês esse que não leva acentos, logo os teclados também não os tem, como consegui então por acentos? Nem vos vou dizer, vou antes deixar-vos imaginar todo o tipo de esquemas maravilhosos que envolvam até a CIA, mas digamos, por mais que imaginem, as vossas ideias nunca serão tão fantásticas quanto a verdadeira maneira de como o fiz. HA HA HA HA HA... (riso diabólico com um pouco de orgulho á mistura)

P.S: Bem na foto que esta lá em cima, nem vale a pena procurarem o Croissant, ele não esta lá, afinal de contas eu só choro quando tenho razões para isso, e o Croissant não estar lá já é razão suficiente para entrar em depressão e atirar-me de uma ponte, agora vou mas é deitar-me na cama enquanto como Donuts e Marshmellows, com lágrimas no olhos que vou limpando com fast-food, pois cá esta é mais abundante e barata que os próprios lenços.
Já para já, agora que vos lembrei do caso da Maddie, não comecem já a gritar uns com os outros as vossas ideias do que possivelmente aconteceu a miúda, nem vão a correr para frente da próxima esquadra ou tribunal para fazer alarido (não sei se são desse género de pessoas, mas ficam avisados já com antecedência)